Parece que virou rotina a bagunça no Engenhão


Não é a primeira vez que o pessoal da Ferj impede a entrada de profissionais do clube e da imprensa no gramado do Engenhão, após a conquista de algum título. No ano passado, cobrindo o Fluminense na conquista da Taça Guanabara, tive problemas para entrar no campo e trabalhar, ao término do jogo. Inclusive, a maioria dos jornalistas e alguns membros da comissão técnica e do departamento de futebol do clube não conseguiam ter acesso e não viram de perto a entrega da taça. Agora a pergunta que fica é: que protocolo é esse? É lógico que o ideal é impedir a entrada de torcedores ou de pessoas à paisana que estejam no Engenhão. Mas impedir integrantes do clube e profissionais de trabalhar já passa a ser um tremendo erro, não?
Infelizmente, parece que está virando rotina esse tipo de problema, em especial na conquista da Taça Guanabara. Barrar o presidente do Botafogo, que é o clube que administra o Engenhão, não parece ter lógica alguma. De qualquer maneira, algo precisa ser mudado pela Ferj. A palavra mágica é organização. Faltaram credenciais para o Botafogo, assim como faltaram para o Fluminense no ano passado. Este tipo de confusão tem que acabar o mais rapidamente possível.

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