São Paulo - Três anos depois, as célebres embaixadinhas do meia-atacante Edílson na final do Campeonato Paulista de 1999, contra o Palmeiras, ainda são motivo de polêmica. Não bastasse toda a confusão, que terminou em conflito generalizado entre os atletas dentro do campo e com o título corintiano, um novo detalhe, revelado pelo volante Vampeta, pôs mais lenha na fogueira: o lance foi intencional, planejado, e boa parte do grupo sabia que o companheiro agiria daquela forma.
De acordo com Vampeta, Edílson elaborou o plano para revidar as coreografias de Paulo Nunes, então atacante palmeirense. ''Ele (Edílson) fez aquilo para dar o troco'', afirmou. ''Outros jogadores do elenco sabiam o que ele pretendia fazer. Não foi justo toda a repercussão e responsabilidade terem estourado só nele.''
O volante não fez relação com o episódio, mas concordou que, atualmente, não se comemoram gols com a alegria de alguns anos atrás. ''Hoje, os atletas têm uma preocupação muito grande em evitar violência, seja dentro ou fora do campo'', explicou.
Azulão Nos últimos dois anos, o time do São Caetano chegou ao final da temporada brigando pelo título brasileiro. Este ano, porém, a situação é bem diferente. Hoje, dia em que comemora 13 anos de existência, o time do ABC vive um período de incertezas. Depois do fim do sonho do título, o time pode sofrer nova reformulação. Além do técnico Mário Sérgio, que ainda não definiu sua permanência, outros três jogadores podem se transferir para o Guarani: o zagueiro Daniel, o meia Adãozinho e o atacante Wágner interessam ao time de Campinas.

mockup