Extrair a essência do elenco atleticano continua sendo um desafio para o treinador Oswaldo ‘Vadão’ Alvarez. Para reanimar o grupo depois da eliminação na Copa Sul-Minas – para o América-MG, no início do ano – e na Taça Libertadores da América – para o Atlético-MG, este mês – e da derrota para o Cruzeiro no primeiro jogo da Copa do Brasil na última quarta-feira em Belo Horizonte, o técnico atleticano vem inovando.
A última novidade do treinador Rubro-Negro foi o fechamento dos portões do Centro de Treinamentos do Caju. A justificativa para a medida é esconder o plano tático para o jogo de hoje.
Alvarez quer espantar o sufoco e as cobranças agindo de uma maneira que poupe todos os seus púpilos do assédio dos repórteres. Quando terminou o primeiro tempo contra o Cruzeiro, na quarta-feira, ele estava irritado e no vestiário cobrou melhor futebol. No final da partida, a conversa era diferente: o treinador gritava com o árbitro para que encerrasse a partida.
Depois de fazer a melhor campanha nas fases anteriores do campeonato, a expectativa dos atleticanos para a semifinal é não morrer na praia. O time joga por dois empates. Se for derrotado hoje, terá de vencer o segundo jogo no próximo sábado, na Arena da Baixada, pelo mesmo placar. (FT)

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