Uruguai sonha com decisão nos pênaltis
Agência Estado
Os uruguaios não escondem: a melhor maneira de acabar com o favoritismo do Brasil e chegar ao título da Copa América é levar a decisão de domingo para os pênaltis. A eficiência dos cobradores (100% de aproveitamento) e do goleiro Fabián Carini nas duas disputas por pênaltis consecutivas que o time enfrentou para ir à final passou a ser a principal arma do Uruguai.
A seleção uruguaia chega à final tendo vencido apenas uma partida no tempo normal, 2 a 1 sobre o Equador. Ainda na primeira fase, derrotas para Colômbia e Argentina. Em seguida, foram dois empates, com Paraguai e Chile, seguidos por vitórias nos pênaltis. Os jogadores converteram as dez cobranças exigidas nos dois confrontos, enquanto Carini defendeu os chutes do paraguaio Benítez e do chileno Aros.
Para mim, seria um sonho defender um pênalti cobrado por Ronaldo, afirma o goleiro de 19 anos, que reconhece o favoritismo do Brasil. O futuro que nos espera é excelente e não nos afetará em nada se não ganharmos agora, assinala o goleiro. O meia Federico Magallanes, capitão da equipe e responsável por bater o último e decisivo pênalti, acha que mesmo tendo à frente o goleiro Dida, outro especialista em defender os tiros livres, o Uruguai tem boas possibilidades se levar a partida para a decisão nos penâltis. Tomara que o jogo vá para os pênaltis e tudo continue como tem sido até agora, diz Magallanes.
A última conquista da seleção principal do Uruguai foi o título da Copa América em 1995. Jogando em casa, os uruguaios derrotaram o Brasil, nos pênaltis, após empate por 1 a 1.





