A advogada curitibana Rogéria Dotti, que está acompanhando o procurador da Unopar no caso, René Dotti, disse que o desembargador José Antônio Vidal Coelho, do Tribunal de Justiça, suspendeu a liminar, mas lembrou que essa não é uma decisão definitiva. Segundo ela, o desembargador chamará nos próximos dias a Associação Recreativa e Desportiva Unopar, uma das entidades que ingressou com a ação civil pública, para apresentar todas as suas considerações a respeito do caso.
O chanceler da Unopar, Marco Antônio Laffranchi, comentou que essa é apenas uma etapa do processo e garantiu que a instituição dará sequência à ação em todas as instâncias possíveis. ''É para provar que todas as considerações que foram feitas desde o início estão corretas e que a presidente da CBG não vinha tendo transparência na administração nem estava dando um tratamento igualitário a todas as modalidades de ginástica'', disse ele, por meio de sua assessoria de imprensa.
Laffranchi assegurou que a luta da ginástica rítmica de Londrina junto à comunidade paranaense e ao Ministério do Esporte irá continuar. ''É um trabalho de 30 anos feito aqui na Unopar e a instituição tem motivos de sobra para cobrar maior atenção da CBG'', complementou. (Jaime Kaster)

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