A equipe da Unopar/FEL/Sercomtel decide amanhã, às 11 horas, no seu ginásio, no Campus Piza (zona sul de Londrina), sua vaga na final do Campeonato Paranaense de Futsal Feminino 2008. O jogo será contra o Guarapuava/Faculdade Guairacá, adversário da final do ano passado, quando a Unopar foi campeã com duas vitórias maiúsculas (3 a 1 fora e 7 a 0 em casa).
  As meninas de Londrina jogam pelo empate, já que ganharam o primeiro confronto por 3 a 1, no último dia 10, em Guarapuava. A outra semifinal tem Dom Bosco/Círculo Militar x Maringá, que jogam às 17 horas, em Curitiba. No jogo de ida as maringaenses golearam por 4 a 0 e também têm hoje a vantagem do empate para ir à decisão. Caso haja vitórias das equipes derrotadas na primeira partida, haverá um terceiro jogo, de desempate, dia 8 de novembro.
  Apesar da vantagem, as meninas da Unopar não querem saber de jogar para empatar. ‘‘Queremos ir pra cima para matar logo o jogo e assim evitar que elas cresçam na partida. Não vamos ficar esperando, porque elas (Guarapuava) têm um bom time e podem nos surpreender’’, avisou a ala/fixo Keila, 26 anos, que jogou justamente por Guarapuava no ano passado, fazendo a final contra a Unopar.
  Segundo Keila, que é de Recife e está há um bom tempo atuando no Sul do País (passou anteriormente por Londrina e Cascavel), o futsal de Guarapuava ‘‘evoluiu muito nos últimos dois anos devido ao projeto organizado que tem e ao investimento em escolinhas’’. ‘‘Só não retornei para lá porque já tinha acertado aqui com a Vanda (Sanches, técnica da Unopar) de jogar a Taça Brasil e ficar para o resto da temporada em Londrina’’, afirmou. O time do Sul do Estado tem entre outros destaque a ala Naná, que foi campeã da Liga Nacional com a Unopar em 2006.
  Outra que passou por Guarapuava em 2007 foi a pivô Tallita, 20 anos, que terminou a temporada como artilheira do Paranaense, apesar de não ter jogado as semifinais e a final. ‘‘Temos que respeitar o time delas, pois vão jogar soltas em busca da vitória’’, Sobre sua mudança para Londrina, Tallita disse que apesar de não ser titular do time adulto, a experiência está valendo a pena: ‘‘Aqui tem mais estrutura e para a minha carreira é melhor’’.

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