Unifil contrata armador do rival Maringá
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sábado, 23 de dezembro de 2006
Jaime Kaster<BR>Reportagem Local 
A Unifil/Londrina/Sercomtel fechou ontem a contratação de mais um jogador para a temporada 2007 e na próxima semana deve acertar com outro para repor a saída do ponta-direita Nande, que foi para a Metodista/São Bernardo-SP. O novo contratado é o armador-direito Rodolfo Soares, o Ciborg, 21 anos, o principal jogador do Unimed/Maringá na Liga Nacional de 2006.
Já o ponta-direita que está para acertar com a Unifil é Sílvio, 25 anos, do Imes/São Caetano-SP, que teve várias convocações para a seleção brasileira em 2005. É um jogador que se encaixa nas características que queremos, é jovem e com muito potencial. Só não tem mais espaço na seleção porque precisa concorrer com o Tupan (que joga na Alemanha) e o Vanini (do Pinheiros), comentou o técnico da Unifil, Giancarlos Ramirez.
Com o anúncio de Sílvio, diminuem as possibilidades da vinda de Vanini, que estava inicialmente nos planos de Ramirez. É um jogador mais experiente e caro (Vanini), mas que ainda nos interessa. O problema é que ainda não tive uma resposta positiva dele, disse o treinador ontem à tarde, que já estava em viagem após ter acertado a manutenção do restante do elenco para 2007.
Segundo Ramirez, foram mantidos na equipe os armadores Léo, Edinaldo, Frank e Cláudio, os pontas Cesinha, Mazzoco e Bruno, os pivôs Alê e Pé e os goleiros Rick, Digo e Gelson. Com a contratação de Ciborg anunciada ontem, já houve a reposição dos dois que saíram no início da semana para a Metodista: Mão de Onça e Nande. Para o lugar de Mão, foi contratado o armador-esquerdo Boi (ex-Metodista), 22 anos, convocado para a seleção brasileira desde os 16 anos atuou nas equipes cadete, juvenil, junior e adulta.
Ciborg, o novo atleta anunciado ontem, foi companheiro de Boi nas seleções brasileiras de base. Vem sendo convocado há cinco anos e no ano passado disputou o Mundial Júnior da Hungria. Eu e o Boi fomos contratados dentro dessa filosofia da equipe de Londrina de trazer atletas jovens. Estou confiante de fazer um bom trabalho e aceitei o convite do Gian (técnico) porque queria jogar em um time mais competitivo que o Maringá, que tem um grande trabalho de base, mas não consegue segurar os atletas no adulto, disse Ciborg à Folha.


