Vencendo de virada, a Uniban assumiu a liderança isolada da Superliga Feminina de Vôlei. O time do ABC derrotou o Leites Nestlé, com quem dividia a liderança até a rodada anterior, por 3 sets a 1 (23/25, 25/22, 31/29 e 25/20).
No sábado, a rodada feminina teve a vitória do Banestado/Londrina, contra o Recra, por 3 a 0 (25/21, 25/21 e 25/20). O Rexona venceu o MRV/Minas por 3 a 1, em Minas (27/25, 25/18, 17/25 e 25/21); o Osasco marcou 3 x 0 na UnG; o Pinheiros fez 3 a 1 no Macaé, e o São Caetano ganhou da Força Olímpica por 3 a 1.
No masculino, a Ulbra também manteve a invencibilidade, ganhando do Telemig por 3 a 1 (25/22, 25/22, 22/25 e 25/22). O time divide a liderança do campeonato com a Olympikus.
No sábado, a Olympikus venceu o clássico masculino contra o Report/Nipomed por 3 sets a 0, 25/21, 25/19 e 27/25. O técnico da Olympikus, Renan, acha que sua equipe está ganhando personalidade, mas precisa melhorar. ‘‘O time parou de rodar quando o Marcelinho estava no fundo e isso não pode acontecer.’’
Seis mil torcedores assistiram à vitória do Banespa sobre o Telepar/Maringá por 3 sets a 2 no sábado no Ginásio Chico Neto. A partida foi emocionante e durou 2 horas e 21 minutos. No primeiro set, o time da casa venceu por 31/29; no segundo, o Banespa venceu por 25/21; no terceiro, o Telepar devolveu o placar do set anterior; no quarto set, vitória paulistana: 25/20. No tie-brack, 15/13 para o Banespa. Segundo o supervisor e coordenador técnico da equipe de Maringá, José Américo Camilo, foi um jogo muito difícil. ‘‘Cometemos 11 erros de ataque e 15 erros de saque. Ao todo, 26 pontos que poderíamos ter feito’’, lamentou Camilo.
O Telepar/Maringá começou a perder o jogo no quarto set, quando Pampa, o melhor na quadra, torceu o pé. Hoje faz ressonância magnética e deve ficar fora duas partidas.
Os demais jogos tiveram esses resultados: Bento Gonçalves 3 x Naútico 1, Três Corações 3 x Barão Ceval 0.

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