União reclama de pênalti e de dirigentes do LEC
PUBLICAÇÃO
quinta-feira, 11 de abril de 2002
Guilherme Gouveia Reportagem Local 
No União Bandeirante, o técnico Betão ainda lamentava ontem a marcação do pênalti - segundo ele inexistente, que originou o primeiro gol londrinense no clássico de anteontem, no Estádio do Café. Nessas circustâncias, temos que ser realistas. Não houve pênalti, vimos o lance pela TV e ficou claro que o atacante se jogou. A marcação prejudicou o desempenho do meu time que perdeu a confiança na sequência do jogo, avaliou o treinador, que fazia sua estréia.
Mesmo triste com o erro do árbitro, Betão considerou o Londrina superior, principalmente no segundo tempo da partida. O Londrina mereceu vencer porque teve mais determinação. Foi um resultado normal, assim como foi os 5 a 3 na vitória do União no primeiro turno. Só lamento o erro do árbitro, disse.
Betão explicou também a confusão ocorrida no intervalo do clássico, quando ele e o presidente do LEC, Osvaldo Sestário, trocaram palavrões e discutiram sobre a atuação do árbitro. Não tenho ressentimentos dele. Eu somente saí de campo comentando com meus jogadores que o Londrina estava pressionando a arbitragem. Ele ouviu e quis agitar. Eu só disse que ele (Sestário) deve cuidar do time dele que eu cuido do meu, ponderou.
Mesmo com a derrota, o União ainda está na luta por uma das quatro vagas para o supercampeonato. Uma vitória no domingo, em Bandeirantes, contra o Grêmio de Maringá, pode colocar novamente o time na zona de classificação.


