Não existe prognóstico para as corridas em Mônaco. Ou o piloto com um bom carro larga na frente e deixa a disputa por posições para quem vem atrás, ou as surpresas costumam rondar as ruas do Principado. Em 96, a vitória - surpreendente - ficou com o francês Olivier Panis. Em 97, Rubens Barrichello terminou em segundo, mesma posição obtida no ano passado pelo italiano Giancarlo Fisichella. Todos com carros bem inferiores aos da McLaren e Ferrari. Em Mônaco, qualquer descuido é fatal para as pretensões dos competidores. Por isso mesmo é bom ficar de olho hoje na largada em Michael Schumacher e Mika Hakkinen. Quem sair na frente tem metade da corrida ganha, se o carro não tiver problemas.
Como o circuito de Mônaco é travado, a diferença entre os carros das equipes de ponta para as demais diminui bastante. O que conta é o piloto. E é aí que Rubens Barrichello espera uma chance de voltar ao pódio neste que ainda é o mais charmoso dos GPs. Vindo de um terceiro lugar em Ímola e com um carro bem acertado, o brasileiro pode até sonhar em mais um excelente resultado hoje. Afinal, em Mônaco tudo pode acontecer.
- Em pouco mais de três anos no exterior, o amazonense Antonio Pizzonia Jr. já obteve 33 vitórias em pistas inglesas. Atual campeão da F-Vauxhall, Pizzonia corre hoje na F-Renault e tenta, no circuito de Brands Hatch, a quarta vitória seguida na temporada.
- Muito se fala que o kart não tem o devido destaque na imprensa, mas o que dizer de quem organiza o calendário marcar uma prova justamente no mesmo final de semana com a Indy no Brasil e o GP de Mônaco de F-1?

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