Um grande ginásio para os brasileiros
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sexta-feira, 07 de julho de 2017
Rafael Fantin<br>Reportagem local 

Curitiba - Uma das principais marcas da Liga Mundial na Arena da Baixada é a possibilidade de trazer públicos superiores aos dos tradicionais ginásios, que não possuem a capacidade de levar, em média, 10 mil pessoas por dia durante a realização do torneio.
Além dos curitibanos, torcedores brasileiros de diversos locais estão na capital paranaense para acompanhar a busca da seleção por mais um título. Fã do voleibol nacional, o casal Sérgio e Rossana Dupont veio de Recife (PE) e garante que é "pé-quente", quando viaja pelo Brasil para ver o time verde-amarelo. "Viemos exclusivamente para a reta final. Nós fomos para as Olimpíadas no ano passado e curtimos muito o vôlei . Estamos aqui na casa de uma amiga nossa, acompanhando pela primeira vez a Liga Mundial desde quarta-feira com ingresso garantido para a final", contou Sérgio.
Voluntária da Rio-2016, a pernambucana elogiou a estrutura montada no estádio, principalmente pela possibilidade de reunir mais torcedores, além da acessibilidade, o que facilitou o deslocamento do pai dela, cadeirante, até o local para acompanhar o jogo.
Acostumado a frequentar a Arena da Baixada, o atleticano João Batista Arruda Júnior levou toda a família para acompanhar as semifinais da competição. "A gente costuma prestigiar os eventos no estádio. Já assistimos a shows e o MMA. Tudo que agrega ao clube é positivo e a transformação do campo em quadra foi fantástica", elogiou. Mas, ele também cobrou que o Atlético Paranaense priorize o calendário do futebol para não prejudicar o Furacão. Na quarta-feira (5), o Atlético-PR perdeu para o Santos por 3 a 2, pelas oitavas de final da Libertadores, na Vila Capanema, e parte da torcida protestou pela presença da Liga Mundial na casa rubro-negra. "Se fosse aqui na Arena, a torcida poderia ter feito a diferença". (R.F)


