Um é considerado santo; o outro é pego para 'Cristo'
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terça-feira, 04 de março de 2003
Agência Folha 
Quando a bola sair da marca central do gramado do Morumbi, dando início à primeira partida das semifinais entre Palmeiras e Corinthians, nos extremos do campo estarão dois personagens bastante antagônicos. Debaixo da trave palmeirense estará posicionado o supergoleiro Marcos, o maior ídolo da torcida, grande responsável pelo time estar onde está. É conhecido por ''São Marcos''.
Já o gol corintiano será defendido por outra divindade, mais exatamente um ''cristo''. Não há um gol tomado pelo Corinthians que a fiel torcida não culpe e vaie o goleiro Doni. De modo declarado, ele não é o camisa 1 que a diretoria do Parque São Jorge gostaria de contar na campanha na Taça Libertadores. O próprio Marcos era um dos preferidos pela cúpula corintiana para defender o clube.


