Turbulência vira rotina no Palmeiras
PUBLICAÇÃO
quarta-feira, 17 de outubro de 2001
Agência Folha<br> De São Paulo 
A situação no Palmeiras chegou ao ponto que cada partida passa a decidir a sorte da equipe. Se ganha, são alguns dias de trégua até o próximo jogo. Se perde, vira o pior time do mundo, apesar da vice-liderança no Brasileiro. Após a eliminação na Mercosul, o ambiente para Celso Roth voltou a ficar pesado, mas, por enquanto, não é suficiente para que o técnico peça demissão.
A validade disso é até o dia 28, quando a equipe voltará a atuar pelo Nacional, contra o Internacional. Nos casos de Lopes e Tuta, os outros dois perseguidos, é a mesma coisa. Por enquanto, estão preservados, já que ficarão um período longe dos torcedores. Ontem, nem treinaram ou foram dar entrevistas, sob a alegação de estavam no departamento médico para ''manutenção''.
A situação de Roth ainda não chegou ao nível crítico atingido após o Palmeiras perder de 4 a 2 para o Corinthians, quando uma nova derrota na partida seguinte poderia fazer com que o técnico fosse obrigado a pedir para sair.


