Tubarão estréia contra URT na Copa do Brasil
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sábado, 10 de dezembro de 2005
Jaime Kaster<br> Reportagem Local 
A CBF divulgou ontem a tabela da Copa do Brasil de 2006 e o adversário do Londrina na primeira fase será o URT (União Recreativa dos Trabalhadores), de Patos de Minas (MG), um time de pouca tradição mas que foi semifinalista do Campeonato Mineiro de 2005. ''Para nós é um time totalmente desconhecido. Não sabemos quais jogadores estão lá no momento, nem como pretendem se preparar para a Copa do Brasil'', disse o coordenador de futebol do LEC, Sidiclei Menezes.
O jogo de ida será dia 15 de fevereiro, em Patos de Minas, e o da volta dia 22, no Estádio VGD, em Londrina. Esta partida deverá ter portões fechados, como punição ao Tubarão pelo fato de um torcedor ter atirado uma latinha no gramado do VGD no segundo jogo contra o Esportivo-RS, na Copa do Brasil deste ano. Se passar pelo URT, o Londrina pegará na segunda fase o vencedor do confronto entre Santos e Sergipe.
Após 13 dias de trabalhos físicos com a equipe no município de Alvorada do Sul, o técnico Vica comandou ontem à tarde o primeiro coletivo do Tubarão no VGD. Ainda sem poder contar com o goleiro Serginho e o lateral-direito Cassiano, que se recuperam de contusão, o técnico escalou o time titular no esquema 3-5-2 com Carlão; Macalé, André e Ronaldo Marconato; Dênis, Carlos Lima, Marcelo Paulista, Paulinho e Bruno; Julinho e Bruno. Na segunda parte do treino sacou o zagueiro Macalé e colocou em seu lugar Guilherme para tornar o time mais ofensivo, passando ao 4-4-2.
Um dos destaques do treino, o zagueiro André, que chegou há pouco mais de uma semana, disse que gostou mais de jogar no 3-5-2, por sentir ''maior segurança''. ''Para um primeiro coletivo acho que fomos bem. O grupo tem qualidade e procuramos seguir a orientação do treinador de não segurar muito a bola e tocar rápido para os companheiros'', contou.
Vica gostou da movimentação da equipe e elogiou principalmente alguns atletas que jogaram no time reserva, como os meias Biro, Jeferson e Carlinhos. ''Fiz um coletivo de 60 minutos apenas para forçar a movimentação dos atletas para irem pegando ritmo de jogo. Não cobrei dos jogadores disciplina tática e vi que ainda temos muitas coisas a corrigir, como tabalhar mais a bola pelas alas. Mas a primeira avaliação foi boa'', analisou Vica.


