Com o desmanche do time da Série B, os juniores do Londrina começam a enxergar um futuro mais promissor no elenco de profissionais. Com exceção do zagueiro Réferson, que atuou em alguns jogos na Série B, e hoje é titular, mais ninguém teve oportunidade de provar do que é capaz. Na maioria da vezes, serviam para tapar buracos em um coletivo ou outro. Esta situação, porém, parece que está com os dias contados.
O Londrina de hoje não tem mais suas principais ''estrelas'' do Brasileiro. A fila da despedida foi engrossada nesta semana com a saída dos meias Valdeir e Rocha, emprestados ao Americano, para a disputa da Série C. Dez jogadores já deixaram o clube desde a despedida contra o Santa Cruz, sendo que oito deles eram considerados titulares.
O técnico Luís Muller admitiu ontem que já previa o desmanche. Não se surpreendeu, por exemplo, com o empréstimo de Valdeir e Rocha. ''Eu estava sabendo. Há uma semana eles foram procurados. O acerto só dependia da classificação do Americano'', afirmou. Para suprir a ausência de dois titulares, Muller buscará reforços no grupo do técnico Rogério Aranha, atual campeão da Copa Tribuna o Campeonato Paranaense do primeiro semestre.
Muller tem apenas duas dúvidas para definir a equipe para o primeiro confronto com o Francisco Beltrão, segunda-feira à noite, no VGD, pela segunda rodada da Copa Sesquicentenário. Duas vagas estão em aberto. A primeira delas é no ataque e deve ser ocupada por Marcos Cruz, que vem atuando na posição, ou pelo pernambucano Bruno, que foi contratado justamente pera esta competição. Gil está confirmado. A segunda é no setor de meio-campo. É onde concentra-se as principais chances dos jogadores mais novos. O apoiador Juninho, o meia-ofensivo Biro e o atacante Bolão brigam com o atacante Bruno pela prefência do treinador. ''São quatro jogadores brigando por uma vaga. O Marcos está garantido, seja no ataque ou no meio'', antecipou Muller, que integrará nove jogadores ao elenco profissional.

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