Curitiba - A ressaca dos jogadores do Paraná Clube após o empate contra o limitado Bragantino, na última terça-feira, na Vila Capanema deve durar mais do que o habitual. O time que se encontra nas últimas posições, com dois pontos, em quatro jogos só terá chance de curar ou pelo menos amenizar a dor de cabeça pelos seguidos tropeços, daqui a nove dias. O próximo compromisso da equipe será diante do Ceará, no dia 7 de junho, novamente em casa.
Até lá, o time tentará acertar os erros apresentados no jogo diante do time de Bragança Paulista. Erros que causaram protestos na arquibancada. ''Já passou a hora de corrigirmos nossas falhas. Até acredito que fizemos uma boa partida no geral. Criamos muitas chances, mas pecamos tanto na defesa como no ataque. O torcedor tem razão de cobrar'', disse Éverton.
O Paraná oscilou bons e maus momentos durante a partida que era tida pelo técnico Paulo Bonamigo como um recomeço na Série B. Porém, mesmo com o apoio do torcedor e com um formação mais ofensiva, a equipe não conseguiu conquistar a primeira vitória na competição. E pior, ainda teve que correr atrás do placar, por duas vezes.
Quando empatou em 2 a 2, de pênalti aos cinco minutos do segundo tempo, com o gol do criticado atacante Joélson, os tricolores até imaginavam que o time deslancharia. No entanto, a ansiedade dos jogadores e o nervosismo da equipe não deixaram as nuvens negras se afastarem do clube.
Até o próximo confronto, o clube pode apresentar o lateral-direito Claudemir, 22, negociado junto ao Itumbiara (GO), mas que ainda não teve a contratação oficializada. O lateral-esquerdo Rogerinho, do ABC e o meia Robinho, do Mogi Mirim, também negociam com o Tricolor.
Uma reunião extraordinária da diretoria paranista no final da tarde de ontem, poderia definir a contratação destes reforços.

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