Troca de técnicos diminui pela metade na elite
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quinta-feira, 25 de dezembro de 2014
Folhapress 
São Paulo - A dança das cadeiras entre os treinadores da elite do futebol brasileiro será menor para a próxima temporada em relação as alterações que ocorreram para 2014. Dos 20 clubes que disputarão a Série A do Brasileiro em 2015 apenas seis trocaram de treinadores: Palmeiras, Corinthians, Inter, Chapecoense, Goiás e Vasco, recém-promovido.
O Palmeiras anunciou a contratação de Oswaldo de Oliveira para a vaga de Dorival Júnior. Após um ano, Tite retornou ao Corinthians no lugar de Mano Menezes. O Internacional buscou o uruguaio Diego Aguirre para substituir Abel Braga. Wagner Lopes, que estava no Atlético-GO, se mudou para o Goiás e ficou com a cadeira de Ricardo Drubscky, enquanto, Vinícius Eutrópio, que iniciou o ano no Figueirense, agora está na Chapecoense. O Vasco é o único entre os quatro que garantiram o acesso neste ano que trocou de comandante. Doriva substituiu Joel Santana após Marquinhos Santos desistir da negociação por problemas familiares. As outras 14 equipes optarão pela manutenção.
Logo após o Brasileiro de 2013, 12 clubes trocaram seus treinadores: Atlético-MG, Atlético-PR, Bahia, Botafogo, Corinthians, Criciúma, Coritiba, Fluminense, Grêmio, Goiás, Inter e Santos. Na oportunidade, os quatro clubes que subiram para a Série A mantiveram seus treinadores: Palmeiras, Chapecoense, Sport e Figueirense.
No entanto, a manutenção não é garantia de permanência para a disputa do Brasileiro. Neste ano, cinco treinadores caíram antes do início do Nacional. Os demitidos foram Renato Gaúcho (Fluminense), Claudinei Oliveira (Goiás), Dado Cavalcanti (Coritiba), Ricardo Drubscky (Criciúma) e Geninho (Sport). Outros duraram pouco como Paulo Autuori, que saiu do Atlético-MG após a primeira rodada. Caio Júnior e Vinícius Eutrópio foram demitidos após a segunda rodada de Criciúma e Figueirense, respectivamente.


