São Pau­lo - O Co­rin­thians nun­ca ga­nhou ­três tí­tu­los com o elen­co pro­fis­sio­nal nu­ma mes­ma tem­po­ra­da. Fi­cou no qua­se em 1995 e em 2002, ­anos nos ­quais le­van­tou a Co­pa do Bra­sil, co­mo ago­ra. Na­que­las tem­po­ra­das, ain­da ha­via con­quis­ta­do o Cam­peo­na­to Pau­lis­ta e o Tor­neio Rio-São Pau­lo, res­pec­ti­va­men­te. De­pois, ba­teu na tra­ve pa­ra ir às se­mi­fi­nais do Bra­si­lei­ro no pri­mei­ro ano e foi vi­ce-cam­peão no se­gun­do. Que­brar ­mais es­se ta­bu vi­rou a am­bi­ção do téc­ni­co Ma­no Me­ne­zes.
  ‘‘São pou­cas as equi­pes que con­se­gui­ram con­quis­tar ­três com­pe­ti­ções num tem­po­ra­da, me lem­bro ape­nas do Cru­zei­ro, em 2003. O Co­rin­thians tem a chan­ce, en­tão, nos­sa obri­ga­ção ago­ra é lu­tar por is­so, pa­ra fa­zer­mos ­mais ­história’’, exi­ge o trei­na­dor, ca­da dia ­mais se acos­tu­man­do a que­brar ta­bus no Par­que São Jor­ge.
  Sob o co­man­do de Ma­no Me­ne­zes, o Co­rin­thians ga­nhou o tí­tu­lo es­ta­dual in­vic­to, al­go que não acon­te­cia fa­zia 26 ­anos. De­pois, foi cam­peão da Co­pa do Bra­sil, já ga­ran­tin­do va­ga na Li­ber­ta­do­res de 2010, jus­ta­men­te o ano do cen­te­ná­rio co­rin­tia­no.
  Em 95, ­após o Pau­lis­tão e a Co­pa do Bra­sil con­quis­ta­dos, o Co­rin­thians re­la­xou no Bra­si­lei­rão. No pri­mei­ro tur­no, fi­cou co­mo pe­núl­ti­mo lu­gar do Gru­po 7, com ape­nas 2 vi­tó­rias em 11 jo­gos. En­ca­rou o se­gun­do com se­rie­da­de, mas aca­bou ­atrás do Bo­ta­fo­go, que foi pa­ra a se­mi­fi­nal (ape­nas o pri­mei­ro de ca­da cha­ve, na fa­se, ga­ran­tia va­ga). No ano de 2002, os co­rin­tia­nos fo­ram vi­ce-cam­peões na­cio­nais ao per­de­rem a de­ci­são pa­ra o San­tos da ge­ra­ção de Die­go e Ro­bi­nho.
  ‘‘Eu não en­tro em com­pe­ti­ções pa­ra per­der. Va­mos bus­car a trí­pli­ce ­coroa’’, ga­ran­te o vo­lan­te ­Elias. Ele, Cris­tian e Dou­glas ga­nha­ram as ­três com­pe­ti­ções nas ­quais de­fen­de­ram a ca­mi­sa do Co­rin­thians - Sé­rie B, Pau­lis­tão e Co­pa do Bra­sil. (Agên­cia Es­ta­do)

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