Um trio londrinense vem dominando as disputas escolares de xadrez. A equipe formada pelas gêmeas Beatriz e Catarina Braga, e Juliana Ishikawa, todas de 16 anos, conquistou recentemente o título dos Jogos Escolares do Paraná (JEP´s), em competição realizada em Foz do Iguaçu.
A hegemonia teve início há três anos. Nos Jogos de 2012, as gêmeas, ainda sem Juliana no time, passaram ilesas por todas as fases e ratificaram o primeiro título na fase final. De lá para cá, seguiram colecionando títulos.
Apaixonada por xadrez, Catarina é a idealizadora da equipe. Foi ela quem convenceu, primeiro a irmã, depois Juliana, a começarem a jogar. Até então, a única coincidência entre as meninas era o gosto pela matemática. Mas é claro que isso não foi à toa. E talvez até explique um pouco do sucesso delas. "O xadrez exige muito cálculo, você tem que pensar em muitas possibilidades e escolher a melhor", compara Juliana. "A parte psicológica é muito importante também. Não há como jogar uma partida se, por exemplo, você estiver um pouco abalada ou preocupada com outro problema", acrescenta Beatriz.
O técnico Tiago de Almeida, que comanda a equipe de Londrina com mais de 20 atletas para competição, aponta que o sucesso delas está na qualidade técnica. "É o conjunto. É difícil formar uma equipe com três boas atletas. Geralmente, as equipes têm uma ou duas boas, e no caso delas, as três têm estilos que se casam. Elas são talentosas e treinam muito também, o que é fundamental no caso do xadrez", exalta o treinador.

Estima-se que o jogo tenha se originado na Índia por volta do século 6 d.C., numa antiga forma de xadrez com regras diferentes das atuais e denominado Chaturanga, em sânscrito

Compreende, entre outros fatores, raciocínio lógico, habilidade de observação, reflexão, análise e síntese, além de resolução de problemas pelo contexto geral

O Programa Folha Cidadania é o desafio social da Folha de Londrina no combate ao analfabetismo funcional

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