Cu­ri­ti­ba – Os tor­ce­do­res pa­ra­naen­ses, es­pe­cial­men­te da Ca­pi­tal, têm mui­to pou­co o que co­me­mo­rar no ­atual Cam­peo­na­to Bra­si­lei­ro. Is­to por­que, pas­sa­das oi­to ro­da­das, ca­da in­te­gran­te do ­Trio de Fer­ro vi­ve a se­gun­da ­pior cam­pa­nha des­de a im­plan­ta­ção do sis­te­ma de pon­tos cor­ri­dos na prin­ci­pal com­pe­ti­ção na­cio­nal, em 2003 na Sé­rie A e ­três ­anos de­pois na B.
  Úni­co re­pre­sen­tan­te es­ta­dual nas ­duas prin­ci­pais di­vi­sões do Bra­si­lei­rão que não es­tá na zo­na do re­bai­xa­men­to – e so­men­te por ter re­ce­bi­do me­nos car­tões que o Náu­ti­co – o Atlé­ti­co, 16º co­lo­ca­do da Sé­rie A, com oi­to pon­tos, só su­pe­ra o de­sem­pe­nho de 2005, quan­do, prio­ri­zan­do a Li­ber­ta­do­res, per­deu os ­seis pri­mei­ros jo­gos e so­mou ape­nas ­dois pon­tos em oi­to ro­da­das. O apro­vei­ta­men­to de ape­nas 8,34% dos pon­tos da­que­le iní­cio de com­pe­ti­ção (o ­atual é de 33,34%) é de lon­ge o ­pior dos ­três clu­bes na era dos pon­tos cor­ri­dos.
  A me­lhor ar­ran­ca­da atle­ti­ca­na foi em 2004, quan­do dis­pu­tou o tí­tu­lo na­cio­nal com o San­tos até o fi­nal e fi­cou com o vi­ce-cam­peo­na­to. Nas oi­to pri­mei­ras ro­da­das da­que­la tem­po­ra­da o Ru­bro-Ne­gro mar­cou 14 pon­tos.
  Abai­xo do ri­val na ta­be­la, em 18º lu­gar, com se­te pon­tos, o Co­ri­ti­ba co­me­ça a se­ma­na de tra­ba­lho an­tes do jo­go com o São Pau­lo, do­min­go, no Cou­to Pe­rei­ra, bas­tan­te pres­sio­na­do. A pí­fia cam­pa­nha em oi­to ro­da­das só é me­lhor que a de 2004, quan­do o Co­xa te­ve a mes­ma pon­tua­ção, mas ven­ceu ape­nas uma par­ti­da, con­tra ­duas na ­atual tem­po­ra­da.
  Si­tua­ção mi­ni­mi­za­da por Re­né Si­mões, que em car­ta à tor­ci­da afir­ma que o ‘‘Co­ri­ti­ba vem se re­cu­pe­ran­do de for­tes emo­ções e de um gran­de ­cansaço’’. De acor­do com o trei­na­dor, a se­quên­cia de jo­gos sem o tem­po ne­ces­sá­rio pa­ra trei­nar e re­cu­pe­rar os atle­tas é a res­pon­sá­vel pe­los tro­pe­ços.

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