Curitiba - O Paraná Clube depende do departamento médico e do resultado do julgamento do técnico Paulo Campos e dos jogadores Marcel e Messias para definir a equipe que enfrenta o Corinthians no domingo. Até o fechamento desta edição, dirigentes e o treinador estavam no Rio de Janeiro, acompanhando de perto a decisão do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).
Antes mesmo do início do julgamento, a previsão dos advogados do clube era de que o técnico Paulo Campos, que poderia ser suspenso por até 360 partidas, pegasse pelo menos 60 dias de gancho. A razão disso é porque o treinador teria insultado e gesticulado (fazendo sinais de que o árbitro teria roubado) contra Sálvio Spínola Fagundes Filho na partida contra o Vasco da Gama, na vitória paranista por 2 a 1, no dia 29 de setembro, em Paranaguá.
O volante Messias e o volante Marcel também seriam julgados por expulsão na mesma ocasião, já cumpriram duas e uma partida fora de campo, respectivamente. No entanto, ambos podem ser punidos com até dez jogos de suspensão.
Outra importante decisão do STJD seria com relação a objetos jogados no gramado durante o confronto com o Vasco. Caso sejam comprovadas as irregularidades nas medidas de segurança, o Tricolor pode perder até três mandos de campo no Brasileirão. A diretoria paranista até mesmo cogitou jogar em Cascavel ou Londrina se essa hipótese se concretizar.
Na equipe, o volante Beto ainda sente dores no pé direito e mesmo assim não poderá atuar porque levou o terceiro cartão amarelo. O meia Canindé também ficará de fora, pois não se recuperou de uma forte pancada no tornozelo. O lateral-direito Etto voltou a treinar e os atacantes Marquinhos, Sinval e Maranhão também estão à disposição de Campos para a partida de domingo.

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