Tão importante quanto os coordenadores é o Tribunal Especial, que analisa, julga e dá a pena aos casos de indisciplina e erros dos clubes nos Jogos de Inverno. E um grupo de pessoas está comandando a disciplina da competição há muito tempo. Comandado por Humberto D’Addário, o Tribunal tem aplicado punições de peso e isso tem dado resultados práticos nas quadras e campos, principalmente, pois hoje em dia não existe a mesma violência do início dos Jogos. Esse fator tem sido de muita importância para a coordenação dos Jogos. Com Humberto, mais sete esportistas que estão sempre dispostos para apreciar os processos que são encaminhados pela coordenadoria para julgamento. São Edgar Arantes Vieira (um dos primeiros no grupo), Eliezer da Silva Nantes, João Francisco de Souza, Olivar de Souza, Hailton de Freitas Scoponi, Paulo Esteves da Silva e Floriano Terra Filho.
Julgados pelos membros do Tribunal, 11 atletas ainda não poderão estrear com suas equipes este ano, por estarem suspensos. Curiosamente 10 são do futebol suíço e apenas Wagner Marcolino Zacarini, do handebol, que terá duas partidas ainda para cumprir. Estão de fora do início dos Jogos, os atletas de futebol suíço Alquires Francisco de Souza (cinco partidas), Ilson Abrão, Iran Cesar Oliveira, José Borges da Silva, Maurício Leonardo Fernandes Junior e Osny Santa Oliveira, todos com duas partidas. No futebol suíço sênior, mais alguns jogadores. Osvaldo Freitas, por exemplo, terá que cumprir, ainda quatro partidas para ganhar condições, o que vale dizer que se sua equipe não se classificar, deverá cumprir alguma pena, ainda no ano que vem. Jacélio Dionísio de Oliveira, Paulo Cesar do Nascimento e Roberto Rodrigues Batista, também com dois jogos para cumprir, ficarão de fora das duas rodadas iniciais. Vale salientar que os atletas punidos, não poderão participar de nenhuma outra modalidade, enquanto estiverem cumprindo suspensão nas modalidades em que estão suspensos.

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