O time do Londrina Esporte Clube começa a ter uma cara. Ontem os jogadores fizeram o primeiro coletivo da equipe visando a próxima temporada. O Tubarão estréia dia 20 diante do Atlético Paranaense. Para os torcedores que sofreram durante todo o ano com o fiasco no Campeonato Paranaense e na Copa João Havelange, o momento é de expectativa e receio, para não dizer medo mesmo. O grupo foi todo remodelado. O técnico Freitas Nascimento e a maioria dos jogadores vieram de clubes do Nordeste. Seis juniores também foram integrados ao elenco para avaliação.
No treino de ontem alguns jogadores se destacaram, outros nem tanto, como era de se esperar. Mas na avaliação de Freitas Nascimento foi até melhor do que ele esperava. Mesmo assim ele esclarece que ainda precisa de três jogadores: um zagueiro, um volante e um atacante. ‘‘O Marco Antônio é o único volante de ofício. Temos ainda o Taroba mas que ainda é júnior e precisará ser trabalhado’’.
Como ainda ninguém é titular, os atletas tentaram mostrar serviço. Só que a afobação e a natural falta de entrosamento prejudicou um pouco o desempenho deles. ‘‘A vontade do grupo é muito grande tem tudo para ser um time competitivo’’, comentou Freitas.
Entre os jogadores o mais animado era o meia Gilson, que começou nas categorias de base do Londrina, passou pelo Atlético e por vários clubes do exterior. ‘‘Em quinze dias, se precisar estou em forma. Hoje em dia é preciso estar bem, jogador que não corre, não se empenha não tem espaço’’.
Outro que estava contente com o primeiro coletivo foi o lateral Henrique. ‘‘O gramado do Estádio do Café é muito bom. Gostei muito eu só conhecia pela televisão’’, disse.
O Londrina fará, a partir de 4 de janeiro, pré-temporada em Águas de Lindóia, interior de São Paulo.

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