Treinamentos puxados preparam o Rexona
Marcos Freitas
De Curitiba
Não é na base do tudo ou nada. Mas que a preparação do Rexona/Paraná para os jogos finais da Superliga Feminina de Vôlei têm sido algo parecido com isso, não dá para ter dúvidas. São pelo menos quatro horas diárias de treinos puxados que começam pela manhã com exercícios e trabalhos com bola, e só acabam no período da tarde quando Bernardinho orienta posicionamento e ensaia jogadas em outras duas horas ininterruptas de treinamento.
E para quem pensa que com a classificação para as finais antecipada o time do Rexona já está pronto para o que der e vier na competição, Bernardinho tem outra opinião: Não é porque já nos conhecemos e sabemos como joga o adversário que não temos o que melhorar, conta o exigente treinador. Jogos como este são decididos nos detalhes e por isso a atenção deve ser redobrada, afirma.
A equipe do Rexona viaja amanhã às 9h50 para Belo Horizonte, onde enfrenta o MRV/Minas neste sábado, na primeira partida da melhor-de-cinco que decidirá o título desta temporada. O retorno a Curitiba acontece no sábado mesmo, e o domingo será de folga para as atletas. Bernardinho disse que uma vitória no primeiro confronto pode ajudar muito a equipe.
Bernardinho, porém, não acredita em jogos fáceis: Conhecemos bem o petencial do Minas e não existe uma jogadora em especial; todas as seis são excelentes em suas posições e não é à toa que estão na final, diz o treinador.
Ontem, a jogadora Elisângela foi uma das mais exigidas no treinamento da manhã no Ginásio do Tarumã. Enquanto as demais jogadoras faziam exercícios físicos, Elisângela treinava no ataque sob atenta supervisão de Bernardinho e sendo servida pela levantadora Fernanda Venturini. Foram pelo menos 30 minutos de potentes cortadas, tudo para que ela possa acertar a mão contra as mineiras.





