Nos úl­ti­mos 20 ­dias, o tor­ce­dor bra­si­lei­ro tem vá­rios mo­ti­vos pa­ra co­me­mo­rar. Fo­ram ­dois tí­tu­los mun­diais iné­di­tos – com Fa­bia­na Mu­rer, do atle­tis­mo, e Fa­bia­na Bel­tra­me, do re­mo –, ­além da so­nha­da clas­si­fi­ca­ção do bas­que­te mas­cu­li­no à Olim­pía­da de Lon­dres, ­após 16 ­anos de au­sên­cia dos Jo­gos. Con­quis­tas que, ­além da im­por­tân­cia his­tó­ri­ca, têm ou­tro fa­tor em co­mum: a aju­da es­tran­gei­ra pa­ra se­rem al­can­ça­das.
  Por ­trás dos atle­tas que su­bi­ram ao pó­dio, es­tão so­ta­ques e ori­gens bas­tan­te dis­tin­tas. Um ucra­nia­no, um fran­cês e um ar­gen­ti­no são per­so­na­gens im­por­tan­tes – tal­vez, es­sen­ciais – nos fei­tos bra­si­lei­ros. ­Seus no­mes – Vi­taly Pe­trov, Jo­sé Oyar­za­bal e Ru­bén Mag­na­no, en­tre ou­tros – tam­bém en­tra­ram pa­ra a ga­le­ria de ven­ce­do­res sob as co­res ver­de-ama­re­la.
  A par­ce­ria ­mais du­ra­dou­ra é a de Fa­bia­na Mu­rer e Pe­trov. Do­na da me­da­lha de ou­ro con­quis­ta­da no dia 30 de agos­to em Dae­gu (Co­reia do Sul), Fa­bia­na lem­bra do iní­cio do tra­ba­lho com o téc­ni­co, há dez ­anos. ‘‘O Vi­taly foi fun­da­men­tal pa­ra que a gen­te con­se­guis­se al­can­çar os re­sul­ta­dos de ho­je. Ele nos en­si­nou co­mo fa­zer sal­to com va­ra, des­de os mo­vi­men­tos, ­tudo’’.
  ­Três ­dias de­pois do ou­ro no atle­tis­mo, Fa­bia­na Bel­tra­me fez o Hi­no Na­cio­nal Bra­si­lei­ro to­car, pe­la pri­mei­ra vez, em um Mun­dial de Re­mo. O fei­to ocor­reu em 2 de se­tem­bro na ci­da­de de ­Bled, na Es­lo­vê­nia, on­de a atle­ta ven­ceu a pro­va do sin­gle ­skiff pe­so le­ve. Pa­ra che­gar ao tí­tu­lo, Fa­bia­na te­ve o au­xí­lio do fran­cês Jo­sé Oyar­za­bal, que ­veio pa­ra o Bra­sil em 2009, con­tra­ta­do pe­la Con­fe­de­ra­ção Bra­si­lei­ra de Re­mo – ho­je, ele não ­atua ­mais na equi­pe na­cio­nal.


● É a for­ma or­ga­ni­za­da ­mais an­ti­ga de es­por­te, ini­cial­men­te rea­li­za­da pe­los gre­gos no ano 776 a.C.

● Modelo de barco utilizado em competições de remo

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