Após consolidar a escolinha para crianças e adolescentes, em 2002, a Wet Sport abriu vagas para atletas adultos. Segundo o técnico Marcelo Risso, o fato do triatlo fazer parte dos Jogos Olímpicos de Sydney, em 2000, impulsionou o esporte que passou a ter mais espaço na mídia. ''Aumentou o número de adultos querendo praticar o esporte'', esclarece.
Atualmente, a Wet Sport conta com 33 atletas entre 7 e 16 anos e outros 20 adultos integrando sua equipe que participa de competições estaduais e nacionais. Uma das expoentes da equipe é Mônica Ferreira da Silva, 25 anos, vice-campeã da etapa do Campeonato Paranaense, disputada em Curitiba, no primeiro semestre deste ano. Mônica começou a praticar o esporte há um ano e meio, por influência do namorado, também atleta.
Uma das mais novas apostas da equipe Wet Sport é Paola Rossetto, 8 anos. Ano passado, ela conquistou a primeira etapa do Paranaense disputada em Londrina, na categoria 7/8 anos. Provavelmente conquistaria a competição na pontuação geral, mas não participou das duas outras etapas do ano.
Risso ressalta que com o crescimento da equipe e a conquista de resultados expressivos, a Federação Paranaense de Triatlo passou a realizar etapas do Paranaense em Londrina. O problema é a falta de espaço adequado para a prova de natação. Em 2000, durante etapa do Paranaense infanto-juvenil, o Instituto Ambiental do Paraná (IAP) reprovou a qualidade da água do Lago Igapó, onde seria disputada a prova. ''Tivemos que transferir para a piscina da Arel'', recorda.
Risso tem planos ambiciosos para o esporte. No início de 2005 pretende inaugurar um Centro de Excelência de Triatlo na própria academia. Para isso, deverá deixar o cargo de técnico para outros dois profissionais e se dedicar em coordenar o projeto. ''O objetivo é continuar formando atletas, desde o trabalho de base. A academia oferece todas condições para colocar em prática esse projeto'', afirma o treinador. (G.A.)

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