São Pau­lo - Os tra­jes que do­mi­na­ram as pis­ci­nas em 2008 e 2009 me­xe­ram prin­ci­pal­men­te na flu­tua­bi­li­da­de do cor­po. As ver­sões an­te­rio­res, que co­me­ça­ram a sur­gir em 2000, ti­nham co­mo trun­fo di­mi­nuir o atri­to com a ­água.
  Em 2008, a Spee­do lan­çou o LZR Ra­cer, que pos­suía pla­cas de uma es­pé­cie de bor­ra­cha co­lo­ca­das em lo­cais es­tra­té­gi­cos do cor­po, aju­dan­do o na­da­dor a man­ter uma pos­tu­ra me­lhor na ­água.
  Em 2009, vi­rou fe­bre o uso dos mo­de­los to­tal­men­te co­ber­tos por po­liu­re­ta­no, pe­lí­cu­la que tor­na o tra­je im­per­meá­vel. Com es­sa bar­rei­ra en­tre a ­água e a pe­le há tam­bém um acú­mu­lo de ar nos tra­jes, que aju­da na flu­tua­ção. O ­maiô ain­da com­pri­me o cor­po, dei­xan­do-o na pos­tu­ra ­ideal pa­ra a com­pe­ti­ção.
  Com o ba­ni­men­to dos tra­jes, os na­da­do­res te­rão de ­usar ago­ra no má­xi­mo ber­mu­das e ma­ca­qui­nhos que co­brem só até os joe­lhos e são fei­tos de ma­te­rial têx­til, se­me­lhan­te aos usa­dos an­te­rior­men­te. O efei­to des­sas pe­ças se­rá bem di­fe­ren­te do dos tra­jes tec­no­ló­gi­cos. (M.L./Fo­lha­press)

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