A Toyota quer marcar sua presença na Fórmula Indy como o primeiro motor desenhado e construído nos Estados Unidos com chances de vitória, desde 1981. A fábrica confia na boa fase de Juan-Pablo Montoya para vencer, pela primeira vez, domingo, no oval de Milwaukee. Os treinos livres começam hoje.
A última vitória de um motor genuinamente americano foi em 81, no oval de uma milha (1609 metros) de Milwaukee, quando o piloto Mike Mosley ganhou a corrida com um Eagle/Chevrolet. Nessa época, a Indy já estava nas mãos dos motores Ford Cosworth, preparados na Inglaterra, que dominaram a categoria até 86. Os motores Chevrolet voltaram à Indy em 97 pela Ilmor inglesa.
Os motores da Toyota foram desenvolvidos pela Toyota Racing Development, na Califórnia. E ainda não venceram na Fórmula Indy. No próximo ano, a fábrica também estará na Fórmula 1. Por trás da evolução dos motores Toyota estaria o engenheiro inglês John Judd.
A Toyota soma 70 pontos no campeonato de construtores, ocupando o segundo lugar. A Honda e a Ford dividem a liderança com 88 pontos. No ano passado, a Toyota somou 80 pontos em toda a temporada. Em 2000, a fábrica poderá ultrapassar esta marca em apenas seis corridas.
Embora a Toyota esteja empolgada com Montoya, que venceu as 500 Milhas de Indianápolis com um G-Force/Oldsmobile, o melhor piloto com motor Toyota na Indy é o americano Jimmy Vasser, companheiro de equipe de Montoya na Chip Ganassi. Vasser é o vice-líder do campeonato com 48 pontos (o líder é Paul Tracy com 59).

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