Torneio será desburocratizado
A Copa Sesquicentenário não será uma competição oficial da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e por isso deverá ser totalmente desburocratizada. Para a inscrição de jogadores, não será necessário registro junto à CBF, bastando a carteira profissional do atleta. Assim também ficam dispensadas exigências legais e um mesmo atleta de um time desclassificado pode jogar por outra equipe o jogo seguinte, desde que não tenha sido punido e que tenha sido inscrito pela nova equipe no prazo mínimo de 72 horas antes da partida.
Isso permite, por exemplo que, se quiser, o clube amador classificado para as semifinais monte uma seleção entre todos os 400 times amadores que disputaram a competição, ou mesmo ''empreste'' algum craque da Primeira Divisão.
A cobrança ou não de ingressos e a utilização dos estádios ficará a cargo de cada clube. A Federação fará a fiscalização dos estádios para garantir a segurança, que dependerá da importância de cada jogo.
A competição deverá se adaptar ao Código do Torcedor, que impõem algumas exigências, principalmente para estádios com capacidade para mais de 20 mil pessoas. A tabela de jogos deverá ser divulgada pela FPF no dia 28 de julho.
Antes de lançar a Copa, a FPF e a Paraná Esportes consultaram representantes dos clubes profissionais para saber do interesse na participação. Segundo Moura, todos os 14 times da Primeira Divisão devem participar. Atlético, Coritiba e Paraná Clube, que disputam o Brasileirão, devem fazer os jogos da primeira fase com a equipe B, com atletas que não estão sendo utilizados pelo técnico, mesclada por jogadores titulares que cumprem suspensão no Brasileirão. (L.C.O.)





