TOQUE DE PRIMEIRA
PUBLICAÇÃO
quarta-feira, 04 de setembro de 2002
Luiz Claudio Oliveira <BR>[email protected] 
Campeonato em 12 datas. É possível?
Olá, amigos do Esporte! Em primeiro lugar, antes de criticar o novo calendário, quero dar o total apoio ao alongamento do Brasileirão para oito meses, transformando-se definitivamente na principal competição do País. Melhor ainda se for confirmado em dois turnos com o campeão sendo aquele que mais pontos fizer. Nada de semifinal e final reunindo os campeões do primeiro e segundo turno como quer aquele senhor que é presidente do Vasco e deputado federal. Dado o apoio ao Brasileirão, agora vamos às críticas.
O fim dos regionais foi a ''crônica de uma morte anunciada''. Acaba-se com aquilo que estava dando certo para, em nome da volta dos estaduais, criar-se um monstrengo: um campeonato com apenas 12 datas. É impossível fazer um campeonato decente neste breve período, só dá para fazer um torneio, como era o rentável Sul-Minas. A pedido dos presidentes de federações, que nunca foram exemplo de organização e capacidade, volta-se com os torneios estaduais, mas agora eles vão ter que explicar o que os clubes de futebol que não participam das três divisões do Brasileirão farão no restante do ano.
Não vou aqui defender os regionais porque acho que eles são tão dispensáveis quanto os estaduais. Mas temos que admitir que eles estavam dando certo e poderia até ser criada uma segunda divisão da Sul-Minas, por exemplo, que reuniria mais quatro clubes de cada Estado e serviria como direito de acesso aos vencedores.
O que sempre defendi é que o início do ano deve ser usado para torneios entre os vencedores das três divisões dos campeonatos nacionais do ano passado e mais o da Copa do Brasil, num tira-teima para ver quem é o melhor. E isso pode ser feito também entre os campeões estaduais, numa espécie de quarta divisão.
Os campeonatos estaduais devem ser disputados durante todo o ano apenas como forma de ascensão para a terceira divisão, isto é, não podem contar com quem já disputa uma das séries do Brasileirão. Garanto que os presidentes das federações vão querer virar a mesa de novo no ano que vem para ''comer'' parte do Brasileirão e voltar a esticar os campeonatos estaduais. Até quando?
Guga voltou Chegar às quartas-de-final do US Open não é para qualquer um. Principalmente para quem no mesmo ano se submeteu a uma cirurgia. Gustavo Kuerten, que já ensinou muita coisa de tênis a todos nós brasileiros, agora ensina também que um dos grandes segredos para vencer neste esporte é ter muita paciência e determinação.
Bruna, de novo A paranaense Bruna Colósio é destaque novamente no tênis internacional. Depois de ter sido a segunda tenista do mundo com a ascensão mais rápida no ranking da WTA, Bruna conseguiu o vice-campeonato no Future do Chile e vai subir ainda mais no ranking. Ela prepara-se para disputar o Brasil Open na Costa do Sauípe.
Seleção merengue Roberto Carlos, Zidane, Figo, Raúl e Ronaldo. Você trocaria os craques do seu time por estes que fazem parte do Real Madrid?


