TOQUE DE PRIMEIRA
Olá, amigos do Esporte! O Ricardo Teixeira disse na CPI que renunciaria se provassem alguma coisa contra ele. Aí veio a Globo e provou. Então, ele se desmentiu e mandou dizer que não renuncia.
O Felipão viu o Ronaldinho jogando e gostou, mas achou o moço meio gordinho mesma opinião de todo mundo que viu a volta aos gramados do atacante brasileiro. Ronaldinho mandou dizer que não gostou e os médicos da Inter ameaçaram processar Felipão.
Quando Teixeira disse que renunciaria, estava, evidentemente, blefando. Jogava para a torcida ao querer vestir um manto de integridade para esconder a nudez vergonhosa de seus atos à frente da CBF. Pensava que iria enganar a todos todo o tempo. Os deputados não engoliram muito, mas foi preciso, mais uma vez, o trabalho da imprensa para fazer o genro de João Havelange ser pego na mentira.
Quando Felipão falou de Ronaldinho, foi sincero. Pode até ter demonstrado um certo contentamento por ver a volta do jogador que lhe pode ser útil na seleção caso esteja plenamente recuperado e volte a jogar bem. O ''gordinho'' teria sido uma expressão carinhosa. Os brasileiros costumam encontrar os amigos e frequentemente se xingam, alegres por se ver. Mas dita à frente de câmeras e microfones a expressão teve uma repercussão bem maior do que teria se fosse dita frente a frente.
Chamar Ronaldinho de gordinho pode até ter sido uma verdade, mas as estrelas são vaidosas. Estrelas que acabam de voltar à cena, então, nem se fala.
Ricardo Teixeira já renunciou ao comando do futebol brasileiro há vários anos. Faz tempo que ele comanda única e exclusivamente os negócios que envolvem o futebol e o enriquecem cada vez mais. A organização, administração e planejamento esportivos estão abandonados pela CBF. Tanto que os clubes já estão assumindo e devem assumir também o comando dos negócios dos campeonatos nacionais e regionais. Caso Ricardo Teixeira não renuncie nem seja retirado do posto, continuará sugando a Seleção Brasileira. Com ou sem o gordinho Ronaldinho.
Nem na seleção
Mário Sérgio, técnico do Atlético está preocupado com a própria boca. Ele tem falado para quem quiser ouvir, inclusive para o técnico Luis Felipe Scolari, o gordote, que o zagueiro Nem é o melhor do Brasil na função de líbero, quando se joga com três zagueiros. Também tem dito que sem o Nem, a defesa atleticana é outra, muito pior. Mas os elgios incontidos podem fazer com que o rubro-negro perca Nem para a seleção. O jogador merece, mas a torcida atleticana prefere ver o jogador vestindo a rubro-negra em vez da amarelinha. Já basta o trauma de ver como o lateral Alessandro caiu de produção depois da passagem pela seleção.
Evair e Enilton
Foi um casamento que agradou e deu frutos o dos atacantes Evair e Enilton do Coritiba. Eles foram a sensação do time no primeiro semestre. No entanto, só agora, depois de seis rodadas já jogadas no Brasileirão, é que eles devem se reencontrar. Com eles em campo, o Coritiba melhora muito em inteligência (Evair) e velocidade (Enilton). Com os dois, o Coritiba pode até pensar em ficar entre os oito primeiros.
25 anos do Café
O Estádio do Café fez ontem 25 anos de uma existência de glórias no passado e dúvidas no presente. Vendo as imagens do estádio cheio e vibrante, fico me perguntando: quando veremos novamente o estádio do Café cheio para um jogo do Londrina?





