Olá, amigos do Esporte! Os times de azul estão em alta no futebol. O São Caetano foi vice do Brasileirão do ano passado, chegou na semifinal do Rio-São Paulo e disputa a Libertadores. O Cruzeiro está na final da Sul-Minas junto com o Atlético Paranaense. E o Iraty, o nosso Azulão, é o verdadeiro campeão paranaense de 2002.
Parabéns ao Iraty que conquista o mais importante título de sua longa história. Um título merecido pela boa campanha em toda a competição. Tão merecido que, ao final da partida de ontem, contra o Rio Branco, toda a torcida presente no estádio em Paranaguá aplaudiu a conquista do nosso Azulão.
O Atlético quer contestar o título, alegando que o verdadeiro campeão só será conhecido depois do chamado Supercampeonato, que reunirá os quatro classificados deste Paranaense e mais os quatro que participaram da Sul-Minas. Ora, o Atlético é campeão brasileiro e pode ser campeão da Sul-Minas, e ainda quer o título de tricampeão paranaense? Se acha o campeonato paranaense assim tão importante então que desista da Sul-Minas e fique só com a disputa estadual. Primeiro renega a noiva e depois pede de novo em casamento? Sai dessa Atlético. O Rubro-Negro que tente e, se conseguir, que se contente em ser campeão do primeiro supercampeonato paranaense.
Quem acompanha esta coluna sabe que desde sempre defendi que o Paranaense deveria ser um campeonato classificatório para as divisões nacionais. Com a ‘brigarada’ entre Liga dos Clubes e a CBF, ainda nem se sabe quem fará o Campeonato Brasileiro do próximo semestre nem como ele será. Mas a conquista do Iraty deveria valer a classificação para a terceira divisão. Como estamos do jeito que estamos, deveria valer automaticamente, então, a classificação para a copa Sul-Minas 2003, se ela ainda existir. Entraria no lugar do Malutrom, o pior paranaense na competição regional. Nada de ainda fazer outro torneio, tira o Malutrom e coloca o Iraty, nada mais justo.
SELEÇÃO – Já começamos a respirar Copa do Mundo. Na segunda sai a convocação definitiva. O Paraná poderá ter, se tudo correr conforme o esperado, três representantes do Estado na lista de Felipão: Kléberson, de Ibiporã, Rogério Ceni, de Pato Branco, e Beletti, de Cascavel. Nunca antes tivemos tantos paranaenses em uma mesma seleção que vai à Copa do Mundo. Mas nunca se sabe o que pode sair da cabeça do Felipão.
RONALDINHO GAÚCHO – Acompanho Ronaldinho desde que ele explodiu, na Copa América de 1999. Nos treinos da seleção, em Foz do Iguaçu, ele, então com 19 anos, já se destacava e se mostrava diferenciado. Desde então só vem melhorando. Ele foi eleito por Deus para ter o dom de jogar futebol. Para mim, é indispensável nesta seleção brasileira.
FURACÃO FINALISTA – Ao comentarmos, eufóricos, que o Atlético está em mais uma final, os atleticanos, com ar ‘blasé’, bocejam e dizem: ‘‘é, de novo, a gente já está acostumado’’. Resta saber se a força do Furacão consegue espanar o Cruzeiro do Sul.

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