Olá, amigos do Esporte! O ruim de escrever às quintas é que não posso comentar os jogos da quarta, porque não dá tempo de esperar os resultados. O Brasileirão do jeito que é disputado, pode estar dando o último suspiro neste ano. Se tudo correr bem e o bom senso prevalecer, o próximo Brasileirão será disputado em oito meses, com dois turnos e pontos corridos.
Existem duas propostas. Uma, apoiada pelo Ministério dos Esportes que é o calendário quadrienal que deixa tudo mais ou menos como está. A outra é proposta da Rede Globo, apoiada pela CBF e pelo Clube dos 13, que prevê os estaduais no início do ano, o fim dos regionais (copas Sul-Minas e Rio-São Paulo) e o nacional em oito meses disputado por pontos corridos e classificando oito times, dois para a Libertadores da América e seis para uma nova competição: a Copa Panamericana. Os torneios estaduais seriam classificatórios para os nacionais e disputados no início do ano.
A turma do ministério afirma que não pode abrir mão de sua proposta, pois ela teria sido definida por um grupo de trabalho em que estariam reunidos representantes da própria TV Globo e dos clubes. Dizer isso, na verdade, é apenas tentar lutar para continuar com o poder. A proposta do Brasileirão em pontos corridos e disputado de maio a dezembro é indiscutivelmente melhor que a do caledário quadrienal, que é seguido hoje. Os membros do grupo de trabalho deveriam é fazer uma reunião de emergência e imediatamente adotar a proposta de calendário da Rede Globo. Depois, podem e devem discutir outras coisas referentes à organização do futebol no País, mas aí o calendário já estaria resolvido. A impressão que dá é que os membros do ministério e do grupo de trabalho não admitem que a outra proposta é melhor por uma simples questão de vaidade. Preferem passar por incompetentes do que dar o braço a torcer.
Colósio e Bonatto Tenho escrito aqui que os tenistas paranaenses estão subindo de produção e prontos para disputar posições entre os 100 melhores do ranking mundial. Para provar isso, basta ver os resultados da semana passada. Bruna Colósio, cascavelense que trancou matrícula na Universidade de Louisiana, nos EUA, para se dedicar ao tênis profissional, foi campeã de um torneio no Equador e nesta semana está brilhando também na Bolívia. Alexandre Bonatto, curitibano que é o primeiro do ranking brasileiro até 18 anos, disputou jogos pelo Sul-Americano e o qualify do Blue Life Tennis Classic, um future também disputado em São Paulo. Mesmo com a duplicidade de jogos, acabou chegando ao pódio do Sul-Americano conquistando a medalha de prata. O cansaço não deixou ele passar para a fase principal do Blue Life, abandonando na partida decisiva. O que falta para nossos jogadores brasileiros é ter mais torneios importantes no Brasil, mas isso também começa a acontecer. Nossa bolinha está cada vez mais cheia.
Luxa Luxemburgo está certo ou errado em trocar o Verdão pelo Azulão de Minas? E o Ronaldo, está certo em cuspir no prato em que comeu?

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