Toledo monta equipe com folha de R$ 120 mil
A exemplo do Galo Maringá, o Toledo, que também é clube-empresa, está montando um elenco que no papel tem tudo para ser um dos principais candidatos ao título da Copa 100 Anos. O diretor-geral do clube, Irno Picinini, afirmou que a meta é ter um grupo de 30 a 35 jogadores, ''para ficar com o título e com essas vagas (na Copa do Brasil e na Série C)''. A folha de pagamento será de R$ 100 mil a 120 mil, segundo o diretor.
Sem querer correr riscos com jogadores desconhecidos, Picinini trouxe logo de cara quase um time inteiro da Adap, vice-campeã estadual este ano. Como a equipe de Campo Mourão saiu precocemente da Série C e não tinha se programado para disputar a Copa 100 Anos, cedeu quase todo o elenco para outras equipes do Estado. O Toledo levou oito e o Londrina ficou com quatro jogadores.
Entre os oito da Adap emprestados ao Toledo até o final de dezembro estão o meia Barbieri, o atacante Marcelo Peabiru, o atacante Warley e o zagueiro Alex (ex-Londrina). Os outros são menos conhecidos: Pontelli (goleiro), Gean (volante), Maxwell (lateral-esquerdo) e Cristiano (volante) os dois últimos, juniores que estavam emprestados ao Coritiba.
Definida esta base, chegaram nas últimas duas semanas reforços de todos os lados. Os mais famosos são o atacante Thiago (artilheiro do Paranaense 2005 com o Iraty e que passou por Coritiba e Atlético-MG) e o lateral-direito Valentim (ex-Paraná Clube e ex-Juventude).
Os demais são o atacante Peri (estava em Portugal), o lateral-direito Cleyton (Itararé-SP), os zagueiros Polaco (Primavera-SP) e Fabiano (São José-RS), o lateral-esquerdo Wesley (Mogi Mirim), os volantes Gilmar (ex-Cianorte), Cambará (Iraty) e Márcio (Rio Branco de Paranaguá), os meias Rui (do próprio Toledo) e Calil (Rio Branco-SP). Completam o grupo dois juniores pratas-da-casa: o volante Rafinha e o zagueiro Mateus.
''Parecem muito jogadores, mas vamos contratar ainda mais três, porque queremos um grupo numeroso'', informou Picinini. Ele explicou que quer um elenco qualificado em todos os jogos, ''porque num campeonato de pontos corridos e tiro curto, cada partida será uma decisão''.
Como o projeto da diretoria é audacioso, Picinini atendeu ao pedido do técnico Alfinete, que quis no mínimo dois jogadores para cada posição. ''Assim não caíremos de rendimento quando houver atletas suspensos e machucados''. (Jaime Kaster/Reportagem Local)





