Todt sai em defesa de Haikkonen por causa de tatuagem
São Paulo - Kimi Raikkonen recebeu ontem mais uma prova de que conta com todo o apoio de sua nova equipe. Depois de ganhar um preparador físico exclusivo, agora foi a vez de Jean Todt, homem forte da Ferrari, sair em sua defesa. O motivo? A nova tatuagem que fez no pulso após vencer em Melbourne.
''Para mim o importante é que as pessoas no time sejam felizes. Então, se o Kimi quisesse tatuar a cara, eu diria que isso poderia lhe trazer problemas no futuro, diria pra fazer em outro lugar'', afirmou. ''E se algum patrocinador reclamar da tatuagem, estou pronto para trocar de patrocinador para deixá-lo feliz'', completou.
Alheio à discussão sobre seu novo adorno, Raikkonen disse ontem que a Ferrari não deve trocar seu motor para a corrida da madrugada de amanhã - foi detectado um vazamento de água no final da prova de Melbourne. ''Vamos mantê-lo, não há motivo para trocar'', disse o finlandês depois dos treinos da sexta, que não são realizados com o mesmo propulsor da classificação e da corrida. ''Fizemos algumas simulações e chegamos à conclusão de que o motor está em perfeitas condições'', falou o engenheiro-chefe Gilles Simon.
Barrichello - Rubens Barrichello não escondeu a frustração com o primeiro dia de treinos para o GP da Malásia. O brasileiro da Honda terminou os treinos livres na 23 - e penúltima - posição nos tempos combinados das duas sessões livres. ''É simples: tivemos um dia muito ruim. Terminar nesta posição é algo extremamente frustrante'', afirmou o piloto. Seu companheiro de equipe, Jenson Button, também não teve bom desempenho. Ficou na 17 colocação na soma dos tempos.
''Não conseguimos melhorar nossos problemas de instabilidade, então o que posso dizer é que temos de analisar os dados que conseguimos hoje e tentar encontrar uma solução. Assim, poderemos voltar a andar como nos testes da semana passada'', completou. (T.C./Folhapress)





