Rio - O Rio-2016 apresentou ontem os primeiros nomes para conduzir a tocha olímpica durante o revezamento, que começará em Brasília, no dia 3 de maio, e terminará no dia 5 de agosto, na cerimônia de abertura dos Jogos, no Rio. Dentre os nomes apresentados para conduzir o símbolo olímpico estão a ex-ginasta Laís Souza, os medalhistas olímpicos Gustavo Borges (natação), Isabel Swan (vela) e Fabiana (vôlei de quadra) e a ex-tenista Maria Esther Bueno.
O revezamento da tocha passará por 329 cidades de todos os estados do Brasil, além do Distrito Federal. No Paraná, 22 municípios estão incluídos no roteiro, começando por Londrina, que recebe a tocha no dia 28 de junho, e terminando em Castro, em 16 de julho (veja gráfico ao lado).
Os escolhidos para conduzir a tocha foram selecionados pelos patrocinadores do revezamento - Coca-Cola, Nissan e Bradesco - e pelos organizadores do revezamento.
"Quando eu treinava eu não tive essa oportunidade de chegar tão perto da tocha ou da pira olímpica. Agora, está sendo um prazer, um sonho", disse Laís Souza, que conduzirá a tocha pelas ruas de São Paulo. "Acredito que no dia (de conduzir) vou estar bem nervosa. Estou ansiosa. Cada evento que acontece está alavancando a Olimpíada, mostrando o quanto é mágico."
Para a velejadora Isabel Swan, bronze nos Jogos de Pequim e que competirá novamente no Rio-2016, ter sido selecionada para conduzir a tocha é novo motivo de orgulho. "São os valores olímpicos que o Brasil tanto precisa, e acho que essa tocha vem iluminar o Brasil. Estou na expectativa, porque vai ter uma Olimpíada em casa em que vou poder participar. Para mim é a conquista de um sonho e motivo de muito orgulho." Isabel conduzirá a tocha do Rio.

ENERGIA
Em meio a um processo de revisão de custos, o Comitê Rio-2016 se vê obrigado a assumir uma conta extra de R$ 19 milhões para garantir o fornecimento de energia temporária durante a Olimpíada. O valor cobrirá a diferença entre o valor que será bancado pelo poder público e o total necessário para o aluguel de geradores.
Pelos cálculos dos organizadores, as despesas com o aluguel e linhas de transmissão chegam a R$ 460 milhões. Cerca de R$ 290 milhões serão pagos pelo governo federal, e os R$ 170 milhões restantes seriam bancados pelo Estado do Rio, por meio do benefício fiscal. Mas, em votação na terça-feira, a Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) autorizou a captação de apenas metade do valor.

Imagem ilustrativa da imagem Tocha olímpica passará por Londrina em junho
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