Tocha olímpica chega ao Brasil
Escoltado por dois caças, o avião que transportou a chama olímpica da Suíça para o Brasil chegou ao aeroporto de Brasília, na última quarta-feira. O fogo aceso na Grécia em 21 de abril foi mantido em lanternas (espécie de lampião) durante o trajeto aéreo. No aeroporto, a chama foi recebida por uma centena de profissionais de imprensa e uma dezena de convidados, além de autoridades como o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, e o ministro interino do Esporte, Ricardo Leyser.
Por volta das 10 horas, a bicampeã olímpica e capitã da seleção de vôlei, Fabiana Claudino, recebeu o fogo olímpico e começou a dar os primeiros passos para descer a rampa do Palácio do Planalto, customizada como uma pista de atletismo.
O primeiro dia do revezamento da tocha foi marcado por protestos contra e a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). Os atletas procuraram minimizar as manifestações. O ex-maratonista Vanderlei Cordeiro de Lima disse que "as pessoas estavam lá para festa, vi o protesto de uma minoria". A boxeadora Adriana Araújo foi além: "Só vi o espírito olímpico".
A presidente cometeu uma gafe ao afirmar que estava emocionada por ser a presidenta do primeiro país da América Latina a sediar os Jogos Olímpicos. O Planalto corrigiu a informação afirmando que ela referia-se na realidade a América do Sul.
Sobre a poluição na Lagoa Rodrigo de Freitas e a queda da ciclovia, o presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI) e do Comitê Rio-2016, Carlos Arthur Nuzman, disse que a cidade está superando "obstáculos com determinação". "Nenhuma cidade do mundo está tendo ou teve a transformação que do Rio", rebateu.
que vai percorrer mais de 300 cidades brasileiras antes da abertura dos Jogos Olímpicos, no Rio de Janeiro.
O México foi sede em 1968.
O Programa Folha Cidadania é o desafio social da Folha de Londrina no combate ao analfabetismo funcional





