Times apelam a outros parceiros
São Paulo - Enquanto as contas não saem do vermelho, o Palmeiras continua na dependência de parceiros para trazer reforços. O lateral-esquerdo colombiano Pablo Armero, do América de Cali, veio com a ajuda da Turbo Sports - a Traffic não se opôs ao negócio.
O Palmeiras pediu ainda a colaboração da Energy Sports, do empresário Helio Vazoni Filho, na contratação de Kléber. O negócio não foi para a frente e um grupo de investidores italianos se propôs a ajudar, bancando os US$ 8 milhões (R$ 19,2 milhões) pedidos pelo Dínamo de Kiev, da Ucrânia, e se comprometendo a deixar o Gladiador por empréstimo no Palmeiras até dezembro.
Mas quando a esmola é demais, o santo desconfia. Pessoas da diretoria se dizem preocupadas com a origem dos tais italianos e o negócio não andou. Poderia ter avançado se a Traffic estivesse na parada.
Não temos interesse no Kléber, disse Júlio Mariz, presidente-executivo da parceira, analisando que o Gladiador não se encaixa no perfil da empresa - tem 25 anos, um a mais que a idade limite desejada, e dificilmente seria revendido por mais que os US$ 8 milhões pedidos pelo Dínamo.
O Santos apelou a Turbo para financiar US$ 1 milhão (R$ 2,29 milhões) necessários para comprar Bida do Vitória. Negócio que até agora não aconteceu.
Bolaños chegaria ontem ao Brasil para realizar exames médicos. Mas mesmo com a aquisição feita por Sonda, a parceria causa inquietação. Essa parceria é boa para quem? Para o Santos é que não é!, criticou o conselheiro e diretor de futebol do time bicampeão brasileiro (2002 e 2004), Francisco Lopes. Mas Sonda tentou. Fez proposta por Souza e sondou Grafite, Diogo, Kléber e Brandão. Só conseguiu Bolaños.
Quando a empolgação do anúncio das parcerias acabou, sobrou para Santos e Palmeiras se virarem sozinhos. (A.E.)





