Saint-Étienne - Não é só por uma vaga nas semifinais da Copa das Confederações que o Brasil joga contra a Turquia. A partida é também uma oportunidade para a seleção acabar com o retrospecto de time nacional, entre os grandes da bola no planeta, que proporciona os jogos mais aborrecidos de 2003.
  Nenhuma das sete seleções que já levantou a taça de campeão mundial faz partidas com tão poucos gols na temporada como a de Carlos Alberto Parreira. Em seis jogos do Brasil no ano, aconteceram apenas oito gols, o que dá uma média de 1,33 por partida (menos da metade da média geral do Brasileiro-2003).
  Com Parreira, o time já teve dois empates sem gols, mais que em toda a gestão de Luiz Felipe Scolari. Na Copa das Confederações, em dois jogos envolvendo o Brasil, a rede só balançou duas vezes.
  Quem chega mais perto da péssima marca brasileira, entre os campeões mundiais, é a Itália (média de dois gols em seus duelos na temporada), famosa pelas suas pesadas retrancas.
  Jogos – A Colômbia venceu o Japão por 1 a 0, ontem, em Saint-Etienne (França), pela última rodada do Grupo A, e garantiu a classificação para as semifinais da Copa das Confederações.
Giovanni Hernández, aos 23 minutos do segundo tempo, marcou o gol da seleção sul-americana, que ficou com a segunda vaga da chave. O Japão, que jogava pelo empate, foi eliminado da competição.
  Em Paris, a França confirmou a primeira posição do grupo com uma goleada sobre a fraca Nova Zelândia por 5 a 0. Olivier Kapo, Thierry Henry, Djibril Cissé, Ludovic Giuly e Robert Pires marcaram os gols. (Agência Folha)

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