A equipe de basquete Maringá/Country/Caixa estréia terça-feira, às 20 horas, em Foz do Iguaçu, contra o Foz, no Campeonato Paranaense para tentar uma vaga no Nacional de 2001. UEL/Sercomtel, de Londrina e Sociedade Thalia, de Curitiba, são os outros dois participantes. Campeã da primeira fase do Paranaense, o basquete de Maringá teve placares com uma média de 40 pontos de vantagem. Somente com equipes do Campeonato Nacional, como a de Londrina, o Maringá não sai vitorioso e daí leva de 30 a 40 pontos.
Para o técnico do Maringá, Luís Antonio da Costa, o ‘‘Neno’’, a equipe está em uma situação intermediária e por isso não tem ‘‘com quem jogar’’ para treinar e desenvolver uma melhor performance. Segundo Neno, o ideal seriam circuitos nacionais de maior tempo de duração, permitindo ao Maringá jogar mais vezes com equipes da Liga Nacional.
Neno se diz animado com a recepção da população de Maringá ao basquete. ‘‘As escolinhas da cidade estão com 700 crianças treinando’’, informa o técnico. Conforme Neno, a cidade está aceitando o basquete e por isso a equipe precisa levar ‘‘shows’’ deste esporte para o Ginásio Chico Neto.
O técnico afirma que a equipe está boa, mas não é profissional ainda porque os jogadores não conseguem viver só de basquete. Os treinos são diários durante quatro horas, quando a profissionalização exigiria de seis a oito horas. ‘‘Os nossos jogadores são bons mas exercem outras funções de trabalho e estudo’’, disse Neno.
O primeiro lugar no Paranaense garante a disputa no Nacional do próximo ano, e o segundo lugar uma vaga na Copa Sul. Um resultado positivo na Copa Sul também dá acesso ao Nacional. O terceiro lugar do paranaense participa de um seletivo para tentar uma vaga na Copa Sul. ‘‘O importante é que agora o basquete tem um calendário formado para o próximo ano, com vagas que podem ser conquistadas e não mais indicadas’’, afirma o técnico da equipe maringaense.

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