Timão também quer o treinador
São Paulo - Não foi só a classificação para as quartas-de-final da Copa do Brasil que garantiu Oswaldo de Oliveira no comando técnico do Corinthians pelo menos por enquanto. A idéia de levar o empresário e jornalista Flávio Adauto, defensor da troca de treinador, para a gerência de futebol, onde ocuparia a vaga deixada por Roberto Rivellino, não deu certo. A diretoria tentará, mais uma vez, convencer Edvar Simões, atualmente técnico da equipe de basquete do Corinthians/Mogi das Cruzes, a assumir a função.
Assim, ficou fortalecida a posição do vice-presidente de futebol, Antonio Roque Citadini, que defende a permanência de Oswaldo. Nem por isso Emerson Leão, que se desligou do Santos, deixou de ser procurado. Houve o contato dos cartolas corintianos no meio da semana, quando lhe ofereceram salário em torno de R$ 120 mil.
O comentário no Corinthians é de que a cifra é o dobro do que recebe Oswaldo. Assim mesmo a diferença é grande. Na Vila Belmiro, Leão recebia mais de R$ 200 mil.
Flávio Adauto explicou ontem que não foi possível acertar com o Corinthians porque o clube precisa de um funcionário para o cargo, perfil no qual não se enquadra. ''Tenho minhas empresas e não posso abrir mão e me dedicar exclusivamente'', explicou. ''Espero que o (presidente Alberto) Dualib continue a me dar espaço para ajudar da forma como vinha fazendo até agora. Não tenho como me tornar funcionário.'' (Agência Estado)





