Já não há mais ingressos para o GP da Itália, domingo, em Monza. E não era para menos: será a primeira vez que Michael Schumacher e a Ferrari irão se apresentar para a fanática torcida italiana depois da conquista dos títulos de pilotos e de construtores, na Hungria, em agosto. A prova tem como atrações também a estréia do tcheco Tomas Enge, que irá substituir Luciano Burti, que já deixou o Hospital de Liége, na Prost, e do malaio Alex Yoong corre no lugar de Tarso Marques, na Minardi.
Cerca de 280 mil pessoas são esperadas nos três dias de competição no autódromo de Monza. Os tifosi querem ver de perto que Ferrari é essa, o modelo F2001, que somou até agora, em 14 etapas, quase o dobro de pontos da McLaren: 152 a 81. O seu piloto de recordes históricos, Michael Schumacher, apesar de não morar no coração dessa gente, não deixa de ser também uma grande atração.
A vaga de Luciano Burti no GP da Itália será ocupada pelo vice-líder do campeonato da Fórmula 3000, Tomas Enge, de 25 anos. Será a primeira vez que a República Tcheca terá um piloto no Mundial. A Malásia assistirá também à estréia do país na Fórmula 1, com Alex Yoong. Dessa forma, o Brasil passa a ser representado apenas por Rubens Barrichello, na Ferrari, e Enrique Bernoldi, na Arrows. O GP da Itália é a antepenúltima etapa da disputa pelo título de vice. David Coulthard, McLaren, tem 57 pontos, Rubens Barrichello, 48, e Ralf Schumacher, Williams, o favorito para vencer domingo, 44.

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