São Paulo - Tevez deu um susto nos corintianos ontem, ao não treinar. À beira do campo, apenas observava o coletivo. Com dores no tornozelo, foi poupado, mas garante que enfrenta o Figueirense, amanhã. E, seguindo o ditado de que ''após a tempestade sempre vem a bonanza'', fez juras de amor ao clube e diz que permanece no Corinthians.
Na semana passada, Tevez afirmou ser perseguido pela arbitragem e ameaçou ir embora. Estava cansado de apanhar. Ontem, mais calmo, voltou atrás. ''Interpretaram errado minhas palavras. Eu disse que pensava em ir embora'', reclamou. ''Não tenho mais vontade de deixar o Corinthians''.
Tentou, também, amenizar a polêmica sobre uma possível proposta para retornar ao Boca Juniors. ''Conversei com o presidente (Mauricio Macri) apenas como amigo. E não vou revelar o teor das conversas.''
Numa entrevista que alternou risos em determinados momentos e semblante fechado, sério, em outros, Tevez garantiu não ter preconceitos, nem preferências em relação à imprensa brasileira. Sobre entrevistas suas estampadas nos jornais argentinos nesta semana, justificou que as concedeu porque seus compatriotas vieram ao País para saber sobre o jogo contra o River Plate. ''Atendi como atendo a vocês do Brasil, normal.''
Time O Corinthians ganhou duas baixas de última hora. O zagueiro Sebá, com dores da panturrilha direita, nem participou do coletivo. Rosinei, após bom trabalho, sentiu fisgada na coxa. Na zaga, entra Marinho. No meio, Hugo, Dinelson e Carlos Alberto disputam a vaga.

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