Termina o Aberto de Golfe do Brasil
PUBLICAÇÃO
domingo, 22 de dezembro de 1996
Sucursal de Curitiba 
Com algumas desistências, depois de dois dias ruins para alguns golfistas, casos de Mauro Guimarães Filho e Mitsuya Nagato - eles ficaram muito acima do par no primeiro dia -, termina hoje, em Curitiba, o 48º Aberto de Golfe do Brasil, competição que reune grandes profissionais e amadores do Brasil, Paraguai, Argentina e Estados Unidos. Os paranaenses não foram bem e estão sem chances de vencer. Os melhores posicionados, após 144 buracos, distanciaram-se em mais de oito cadas do líder Angel Franco. O campeonato foi realizado no campo do Curitibano, que tem 18 buracos e 6.602 jardas, cerca de seis quilômetros. Cada circuito dura aproximadamente três horas e meia. Até hoje os golfistas têm que completar 72 buracos com o menor número de tacadas. Para Antonio Nascimento, presidente da Associação Brasileira dos Profissionais de Golfe, o campo de golfe do Curitibano, é um dos melhores do país. Segundo ele as condições do terreno são muito boas, com ondulações e vários obstáculos, disse Antonio Nascimento, considerando porém Campo de Golfe São Fernando, em Cotia (SP), como o melhor do país.
Os extremos O carioca Pedro Garcia de Souza e paranaense Kenji Oda, são os extremos entre os 104 jogadores, que estão participando do Aberto, disputado no campo de golfe do Clube Curitibano. Pedro Garcia de Souza, de 14 anos de idade, é o mais jovem golfista do torneio. O carioca joga desde os seis anos de idade, e neste ano venceu o Brasileiro Pré-Juvenil, em Pelotas, e é o quarto colocado na ranking juvenil do Rio de Janeiro. Já Kenji Oda, com 72 anos, é o jogador mais idoso da competição.


