Tênis: Marat Safin reclama de exame antidoping com sangue
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sexta-feira, 10 de janeiro de 2003
Agência Folha 
São Paulo - O russo Marat Safin voltou a polemizar ontem, pouco depois de desistir do Torneio de Sydney, ao criticar duramente o exame antidoping com sangue.
As competições profissionais de tênis passam a adotar a medida neste ano, para detectar a EPO (erythropoietina), substância que aumenta a capacidade de o sangue carregar oxigênio.
''Algumas pessoas simplesmente têm pavor de agulhas. Eu reclamei com a ATP (Associação dos Tenistas Profissionais), mas eles não me deram ouvidos'', disse o número três do mundo, que quarta-feira havia criticado o excesso de campeonatos no ano.
Um dos que não podem ver agulhas na frente é seu compatriota Ievguêni Kafelnikov. As irmãs Venus e Serena Williams, que dominam o circuito mundial atualmente, também são contrárias aos testes de sangue, argumentando que isso vai contra algumas culturas e religiões.
Auckland O jogo entre Gustavo Kuerten e o norte-americano Michael Russell, ainda pela segunda rodada do Torneio de Auckland, foi mais uma vez adiado devido à chuva que atinge a cidade neozelandesa. Com isso, o catarinense poderia disputar três jogos entre a noite de ontem e a madrugada de hoje.
Isto porque se passar por Russel, em duelo que seria reiniciado por volta das 20h30 (de Brasília) a partida estava no terceiro set quando foi interrompida , Guga jogaria com o argentino Guillermo Coria à meia-noite.
Logo a seguir, após um rápido descanso, Kuerten tem marcado um jogo pelas semifinais de duplas. Ao lado de André Sá, encara os anfitriões Alistair Hunt e Mark Nielsen ou os sul-africanos David Adams e Robbie Koenig. Este confronto também ainda não aconteceu devido ao mau tempo.


