Novas tenistas talentosas surgem em todos os cantos do Brasil, e as esperanças em torno do aparecimento de uma grande desportista se renovam. Mas as meninas param no meio do caminho e "não cumprem a promessa" - e muito disso se deve à grande pressão sofrida pelas jovens.

Depois do reinado de Maria Esther Bueno, a maior tenista brasileira da história, no final da década de 50 e início dos anos 60, a Confederação Brasileira de Tênis (CBT) ''pena'' para encontrar uma tenista que possa ocupar o posto da paulista que foi número 1 do mundo e era considerada o maior nome do esporte no Brasil até a chegada de Gustavo Kuerten. A brasileira melhor colocada no ranking das melhores do mundo da Women's Tenis Association (WTA) é Vivian Segnini. Aos 22 anos, a paulista é dona do 284º lugar.

Um reflexo deste problema pode ser visto no Arthrom Tennis Cup, em Londrina. Na categoria 18 anos, a última antes do adulto, apenas uma brasileira chegou entre as quatro melhores. Foi a também paulista Laura Pigossi, que passou pela peruana Ximena Siles-Luna nas semis e vai enfrentar na decisão outra peruana, Ferny Angeles Paz, que eliminou a venezuelana Carmem Blanco ontem.

O diretor de alto rendimento da CBT, Patricio Arnold, elencou dois motivos centrais para tal situação. Saiba quais são na matéria de Rafael Souza.

mockup