Novo Ranking
A partir de 1º de janeiro, o complicado ranking da ATP vai mudar, algo que já deveria ter sido feito há muito tempo, pois um tenista leigo ou um apreciador do tênis nunca conseguiram entender. As principais são mudanças são estas. Existirão dois rankings. Um será como o de hoje, contando pontos das 52 semanas. Servirá para definir inscrição e cabeças-de-chave de cada torneio. O outro que será chamado de Race, será o que se usa para o Masters. Em dezembro do ano 2000, obviamente, as duas listas terão a mesma ordem de classificação.

Pontuação e premiação
A quantidade de pontos oferecidos por cada torneio, serão menores, também haverá uma diminuição nos níveis de premiação. Atualmente, há uns 15 níveis diferentes. A partir do próximo ano, a série ATP Tour terá quatro faixas (US$ 400 mil, 600 mil, 800 mil e 1 milhão ), a série Championship terá dois tipos de eventos (US$ 800 mil e 1 milhão) e os Super 9 terão prêmios a partir de US$ 3 milhões.

Bônus
A bonificação (pontos dados a um jogador por vitória sobre tenistas melhores classificados), vai acabar com este novo sistema. Mas haverá bônus em dinheiro, que será proporcional à classificaçao do jogador ao final da temporada.
Os melhores 14 resultados que existem atualmente também irá cair, os 50 primeiros tenistas do mundo serão obrigados a disputar os Grand Slam, todos os eventos da série super 9 e mais cinco torneios ATP Tour, sendo três da série Championship. Esses 18 torneios serão fundamentais para a classificação de um tenista na nova lista. E como não haverá descarte no novo sistema, o tenista que deixar de participar de uma das competições levará um zero na sua lista.
O circuito vai continuar atraente durante o ano, vários jogadores poderão ser o número 1 da classificação, mas o Masters é que vai definir quem será o campeão do mundo, o líder do ranking da temporada. É como acontece na Fórmula 1.
Essas mudanças foram necessárias porque aconteceram algumas pesquisas junto a empresas da área de marketing esportivo, entre elas a ISL, que tem os direitos da Copa do Mundo de Futebol. Ficou constatado que o tênis profissional precisava de algo mais simples para a compreensão do público. O estudo foi colocado em discussão com todas as partes e os jogadores aprovaram as alterações.
São as quadras de saibro realmente mais lentas que as quadras duras? É verdadeiro afirmar que jogar na quadra de saibro é mais lento que jogar em quadras duras. Você quer saber porque:
- A maioria das pessoas acredita que tem mais tempo para bater depois do quique da bola na quadra de saibro. Isto ocorre porque o coeficiente de restituição de força da bola contra a superfície granulada do saibro é baixo. A bola quica mais lenta no saibro que em uma superfície dura. Isto acontece em 5/100 de um segundo, o que torna difícil para você perceber.
- Se você devolver uma bola em uma quadra de saibro, e então depois de passar para uma quadra dura e devolver uma bola na mesma velocidade, você não seria capaz de sentir a diferença.
Porque então, a quadra de saibro é mais lenta?
- Já a bola está viajando mais lenta que em uma quadra rápida depois do quique, se você bater com a mesma velocidade como bateria em uma quadra dura, você enviará a bola para seu adversário com uma velocidade menor. E vice versa.
Assim, o tênis na quadra de saibro é certamente mais lento. Os cálculos matemáticos apontam para uma diminuição de 10% na velocidade. Esta velocidade menor faz com que os jogadores tenham mais tempo de reação, o que explica porque se tem menos aces no saibro do que em quadras duras e o maior número de troca de bolas (rallys).
Observação: Um jogador com um grande saque, ainda poderia ter uma vantagem considerável mesmo no saibro.

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