Depois de perder as últimas três finais de Grand Slam que disputou, Novak Djokovic (2) finalmente faturou o sétimo troféu em torneios deste nível. A conquista veio ontem, após uma batalha de cinco sets contra o suíço Roger Federer (4) na grama de Wimbledon. Com a vitória por 3 sets a 2, parciais de 6-7 (7-9), 6-4, 7-6 (7-4), 5-7 e 6-4, em 3h56, o sérvio não só faturou o bicampeonato do torneio como voltou a ser o número um do mundo, destronando Rafael Nadal.

Djokovic assumiu a ponta do ranking da ATP pela primeira vez em 4 de julho de 2011. Ficou no topo até 1 de julho de 2012. Depois, voltou a liderar entre 5 de novembro de 2012 e 6 de outubro de 2013.

O sérvio, que agora tem 17 vitórias em 35 jogos contra Federer, se tornou o segundo tenista a derrotar o suíço em Wimbledon. Antes, apenas Rafael Nadal, na decisão de 2008, havia conseguido tal feito.

Nos Grand Slams, Djokovic agora soma quatro títulos no Aberto da Austrália (2008, 2011, 2012 e 2013), dois em Wimbledon (2011 e 2014) e um no Aberto dos Estados Unidos (2011). Ele vinha dos vices em Wimbledon e Aberto dos EUA, em 2013, e Roland Garros, em 2014.

Aos 27 anos, Djokovic agora está empatado com duas lendas com sete títulos de Grand Slam: o americano John McEnroe e o sueco Mats Wilander. O recordista é justamente Federer, com incríveis 17 troféus.

– Dedico isso à minha futura esposa e nosso futuro filho. Serei um pai logo, é uma grande alegria da vida. E por fim, mas não por último, dedico à minha primeira técnica, Jelena Gencic, que me ensinou o básico do tênis, como me comportar e tudo que sei sobre isso. Infelizmente ela faleceu ano passado e isso é para ela – afirmou o tenista sérvio.

Federer, por sua vez, desperdiçou a chance de se tornar o primeiro tenista a vencer Wimbledon por oito vezes. O suíço, porém, voltará para a terceira posição no ranking.

Imagem ilustrativa da imagem TÊNIS - Djoko leva 7º Slam e volta a ser número 1