TÊNIS - A volta de um líder
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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
FELIPE MENDES<br>[email protected] 
O dia 11 de setembro de 2001 ficou marcado pelo ataque terrorista aos dois prédios do World Trade Center, em Nova York, nos Estados Unidos. Para o tênis brasileiro, no entanto, a data representa a última vez em que um número um do mundo disputou um torneio no Brasil. Gustavo Kuerten era o astro do recém-criado Aberto do Brasil. Treze anos depois, um líder do ranking jogará no país. A partir de hoje começa a chave principal do Aberto do Rio, no Jockey Club Brasileiro, com a presença de Rafael Nadal, que vai estrear amanhã no torneio.
- O Aberto do Brasil foi um torneio criado para o Guga jogar no país, algo que não acontecia. Para se ter um número um do mundo é preciso, no mínimo, de um ATP 500, caso do Aberto do Rio. É preciso patrocinadores fortes para custear a vinda do jogador - afirmou o ex-tenista Flavio Saretta, algoz de Guga na primeira rodada do Aberto do Brasil de 2001.
Na primeira edição do torneio na Costa do Sauípe (BA), Guga era o líder do ranking pela terceira vez. Foi o período mais longo do catarinense no topo: entre abril e novembro.
Depois de Gustavo Kuerten, foram líderes do ranking da ATP o australiano Lleyton Hewitt, os americanos Andre Agassi e Andy Roddick, os espanhóis Juan Carlos Ferrero e Rafael Nadal, o suíço Roger Federer e o sérvio Novak Djokovic.
Destes jogadores, apenas Hewitt e Nadal jogaram torneios no Brasil. O australiano disputou as quartas de final da Copa Davis, em abril de 2001, em Florianópolis. Mas, naquela semana, ele era o sétimo do mundo.
Nadal, por sua vez, esteve em São Paulo no ano passado. Ele foi campeão do Aberto do Brasil mas, como se ausentara do circuito para se recuperar de lesões nos dois joelhos, tinha caído para a quinta posição.
Djokovic até esteve no Brasil como líder do ranking, mas não para um torneio oficial. No fim de 2012, o sérvio disputou uma partida de exibi ção contra Guga no ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro.





