A decisão de domingo, no Estádio do Café, será o quarto jogo entre Operário e Londrina este ano. Tantos encontros fazem com que as duas equipes se conheçam muito bem e que a rivalidade aumente. É este o cenário da final do interior do Campeonato Paranaense.
Para o Operário, é um título para salvar o ano que termina domingo. Para o Londrina, é a ratificação da campanha feita na fase de classificação e a revanche contra o único time do interior que conseguiu vencer o Tubarão neste estadual e ainda por cima duas vezes.
Para dar esse troco sem ser surpreendido, o técnico Cláudio Tencati já enumerou os pontos a serem resguardados, mas deixou outros ainda em suspense. As bolas longas e a técnica de jogadores, como Rone Dias e Paulo Sérgio, são algumas das preocupações do comandante alviceleste. "Temos quer ter mais atenção na bola longa, que o Operário já mostrou que gosta muito. Tem alguns jogadores perigosos, mas ao mesmo tempo nós temos que nos preocupar em fazer o nosso jogo. São detalhes que nós vamos procurar orientar, para que a gente tenha o mesmo comportamento que tivemos ao longo da competição", afirmou o técnico, que já deu a receita para vencer. "Equilíbrio e boa postura para encurralar o Operário e buscar o primeiro gol e a vitória".
Para o duelo, ele ainda não sabe se poderá contar com o artilheiro Neílson. Ele se recupera de uma lesão muscular. Caso não jogue, Tencati vai colocar Robinho no meio-campo e adiantar Celsinho para fazer dupla de ataque com Wéverton. Alexandre Oliveira, que substituiu o camisa 9 em Ponta Grossa, cumpre suspensão.
No Operário, o técnico Paulo Turra tem dois reforços para o jogo. O goleiro Silvio está recuperado de lesão e volta ao gol do Fantasma. Ele havia se machucado no duelo contra o próprio Londrina, na oitava rodada do returno. No meio, Sandro retorna após cumprir suspensão.

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